Liedson: 'Um time tem de depender de todos para ser campeão'

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O Corinthians dividiu muito bem os seus gols contra o Táchira (VEN), na quarta-feira: Danilo, Paulinho, Liedson, Jorge Henrique, Emerson Sheik e Douglas marcaram na goleada por 6 a 0. Situação que evidenciou a força do grupo:
- Ficamos felizes não só pelo reusltado de 6 a 0, mas pelo volume de jogo que a gente colocou. Com um a mais, não deixamos de correr e marcar, buscando sempre o gol. Cada um marcou um gol e eu fiquei feliz de ter marcado o meu primeiro na Libertadores. Foi um alívio, não só pelo placar, mas pelo volume. Todos foram muito bem. Um time tem de depender de todo o elenco para ser campeão - afirmou Liedson.
Liedson diz que ficou feliz com a reação dos companheiros após seu gol
O Levezinho, que fez apenas o seu terceiro gol na temporada, admite que está abaixo de 2011, quando foi o artilheiro geral da equipe com 23 gols. A falta deles o deixa um pouco chateado, mas não o desanima:
- Quando você não está conseguindo fazer gols vem a preocupação, mas nunca deixei de trabalhar. O apoio foi fundamental da comissão técnica, dos torcedores, companheiros, e você vai superando. Estou longe de ser o Liedson do ano passado, mas estou trabalhando com vontade. Que a fase passe o mais rápido possivel e eu faça os gols que fiz no ano passado - disse.
Se não marca muitos, ao menos continua participativo. Tanto que, segundo alguns jogadores do elenco, 80% do gol de Paulinho foi do camisa 9, por conta da tabela que a dupla fez antes de marcar o segundo gol do jogo.
- Foi toca e passa. Tive a felicidade de roubar no meio de campo e fiquei feliz por ter participado do gol. Cheguei no cruzamento morto e quando ele fez o gol, fiquei estendido, mas feliz - explicou.
O fato é que, mesmo se tiver em jejum, bater pênaltis não será um hábito para o Levezinho, que cobrou um contra o Táchira, errou, e marcou apenas no rebote:
- Não é que não gosto, eu não sei mesmo, a verdade é essa. Já tive experiências em Portugal, fiz alguns e perdi outros e dali para cá decidi não bater mais. É só com bola rolando e seja o que Deus quiser. Não é trauma, mas se puder passar para outro...(risos)
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