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Ataque do Galo precisa melhorar para ajudar na reação da equipe

Caio e Wellington Nem pelo Figueirense (Fotos: Divulgação)
imagem cameraCaio e Wellington Nem pelo Figueirense (Fotos: Divulgação)
Dia 27/10/2015
21:04

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Nós últimos nove jogos do Atlético-MG – todos eles dentro deste segundo turno ruim da equipe –, o ataque superou as defesas adversárias em apenas oito vezes.

Com menos de um gol marcado por partida, em média, a linha de frente do vice-líder da competição precisa melhorar seu rendimento para ajudar a equipe a seguir na briga pelo título do Brasileirão.

Um passo para o problema já foi superado, com o retorno de Jô nas duas últimas apresentações do Galo. Agora, é preciso acertar a mira e
voltar a ser o ataque que marcava incríveis 1,83 gols a cada partida antes do descenso na segunda metade do campeonato.

– A marcação ficou um pouco mais forte. Um time que fez primeiro turno excelente, o segundo turno fica difícil. Os outros times marcam melhor nossas jogadas. Temosque procurar uma solução, mas a paciência é importante nesse momento – recomendou Jô, que possui sete gols no Brasileiro, sendo o artilheiro do Galo ao lado do jovem meia-atacante Bernard.

Para se ter uma ideia de como o ataque acabou ajudando na queda do Galo, Grêmio e Fluminense, no mesmo período já citado, tiveram, de seus ataques, desempenhos bem melhores. O Tricolor das Laranjeiras, por exemplo, marcou 13 gols nas últimas oito partidas feitas.

Jô se recuperou de lesão e já deixou sua marca contra o Flamengo, mas ele sabe que precisa se tornar uma referência mais letal no ataque para impulsionar a reação do Atlético. Para tanto, vale até pedir que o setor de criação da equipe alvinegra faça um esforço maior.

– Tem que voltar a finalizar. Era o time que mais finalizava, mas a marcação ficou difícil. Se quiser voltar a ponta, a criação, os chutes devem aumentar. É tudo um pouquinho a mais – afirmou o jogador.

Ao lado do lanterna Atlético-GO, o Figueirense, próximo adversário do Galo - no sábado - possui a pior defesa do Brasileiro. Em tese, o confronto entre alvinegros facilitará a vida do ataque atleticano, mas nunca é bom dar chance para o azar e o técnico Cuca, apesar de vários desfalques, poderá escalar força máxima no setor ofensivo.

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