CAMPO NEUTRO: Tite, seja ousado
José Inácio Werneck fala sobre temas em alta no mundo do esporte

O Arsenal tem três jogadores chamados Gabriel. O Gabriel zagueiro, meio errático, Gabriel Jesus, centroavante de boas qualidades, embora nada de excepcional, e Gabriel Martinelli, um atacante pela esquerda que está talvez na melhor forma de sua carreira.
Gabriel Martinelli foi a grande figura em campo na vitória no último domingo do Arsenal sobre o Liverpool por 3 a 2, pela Premier League, dando um baile no lateral direito do Liverpool, Trent Alexander-Arnold, a tal ponto que o jogador do England Team, que se prepara para a Copa do Mundo, foi substituído no intervalo. Jürgen Klopp, técnico do Liverpool, disse que tirou seu jogador porque ele estava machucado. Mera desculpa, o que os ingleses chamam de "save face".
Mesmo com um substituto no segundo tempo, Joe Gomez, conhecido por ser um marcador mais ferrenho, Gabriel Martinelli continuou a dominar ali pela esquerda e esteve na origem do pênalti que levou à vitória do Arsenal, numa sequência de jogadas em que a defesa do
Liverpool, esbaforida, queria chutar para fora da área de qualquer maneira.
+ Messi definiu: Copa de 2022 será a sua última; relembre os mundiais de despedida de alguns craques
Se a memória não me falha, a última vez em que Gabriel Martinelli apareceu na Seleção Brasileira foi em meados deste ano, em um amistoso contra o Japão, em Tóquio. Entrou como substituto de Vinícius. São dois jogadores muito rápidos, tanto Vinícius quanto Martinelli. Dois jogadores de grande contribuição ofensiva e, segundo leio na imprensa brasileira, Tite por isto mesmo talvez faça
restrições ao que eles podem executar em campo.
As questões citadas anteriormente me levam a Rodrygo, outro jogador que tem tido pouquíssimas oportunidades na Seleção. Está porém em grande forma no Real Madrid, ganhou a confiança do técnico Carlo Ancelotti e tem a característica de jogar em várias posições. Pelo que leio agora na imprensa espanhola, Ancelotti, depois de usá-lo na esquerda e na direita, o quer agora jogando como um número 10.
Martinelli e Rodrygo tem 21 anos. Vinícius tem 22. Este último parece ter a convocação garantida. Mas Tite deveria ousar e também levar Martinelli e Rodrygo.

Futebol Internacional
Análise tática do Guffo: como vai jogar o Real Madrid de Mourinho?
Há 4 horas
Corinthians
Tironi no Lance!: Corinthians perde uma arma poderosa, o seu gramado
Há 6 horas
Futebol Internacional
Lúcio de Castro: Infantino, o refém, e o capitão Renault
Há 9 horas
Flamengo
Análise tática do Guffo: onde encaixar Thiago Almada no Flamengo?
Há 3 dias
Colunas
Tironi no Lance!: Inglaterra cria regra anticera de goleiro. Vai chegar ao Brasil?
Há 3 dias
Futebol Nacional
Análise tática do Guffo: precisamos prestar atenção no Athletico-PR
Há 6 diasMais LANCE!

Papo com Helio Castroneves: no Velocitta, etapa com muitos desafios para a Mercado Livre Racing

Tironi no Lance!: Palmeiras fecha o turno com pontuação recorde e boa perspectiva

Lúcio de Castro: 'Eu peço um minuto de silêncio'

Após polêmicas, Roland Garros decide dividir parte da receita com os jogadores

Com qual tamanho a Seleção saiu da Copa do Mundo? Colunistas do Lance! opinam

Gestão Esportiva na Prática: essência e movimento

Tironi no Lance!: o coletivo foi o campeão na 'Copa dos protagonistas'

Análise tática do Guffo: os números que importam da Copa do Mundo

Nosso fracasso na Copa começa com a falta de uma estratégia para o produto futebol

Colunistas do Lance! opinam sobre Espanha x Argentina na final da Copa do Mundo

Análise tática do Guffo: o segredo do meio-campo da Espanha

Análise tática do Guffo: o que esperar de Espanha x Argentina?

Papo com Helio Castroneves: das pistas de Nashville para as da Stock Car



