Rubens Lopes, presidente da Ferj, segura a bola do Carioca-2017 (Foto: Úrsula Nery/Agência Ferj)

Rubens Lopes, presidente da Ferj, segura a bola do Carioca-2017 (Foto: Úrsula Nery/Agência Ferj)

Igor Siqueira
15/12/2016
17:30
Rio de Janeiro (RJ)

Faltando menos de um mês para o início da primeira fase do Carioca, o Flamengo ainda não assinou contrato com a Globo pelo direito de transmissão das partidas do Estadual. Mas, apesar de querer que a situação se resolva, o presidente da Ferj, Rubens Lopes, disse que o impasse não irá atrapalhar o desenrolar do Carioca-2017.

- O contrato está assinado pelos 15 outros clubes, inclusive vários deles já até receberam. A única coisa que falta é o Flamengo decidir se participa com cota ou sem cota. Se não aceitar, não passa o jogos dele. Mas ele joga. Não atrapalha o campeonato. A televisão e o público é que podem se ressentir de algumas partidas que deixarão de serem exibidas - afirmou Rubinho, em conversa com jornalistas nesta quinta.

Apesar de Rubinho dizer que não atrapalha o andamento do Carioca, os clubes pequenos estão torcendo pela assinatura do Fla para que o montante geral do contrato suba e, consequentemente, o percentual que eles recebem. A oferta da Globo ao Flamengo e aos outros três grandes é de R$ 15 milhões por ano.

- Com a participação do Flamengo, alguns outros clubes podem ter elevada a cota. Existe uma igualdade de distribuição dos recursos, se o Flamengo acha que deve ganhar mais que os demais, cabe a ele debater com a TV - completou Rubens Lopes.

O presidente da Ferj ainda comentou a situação do Maracanã. O desejo óbvio é que o estádio esteja à disposição para o Estadual, mas a garantia da disponibilidade do Engenhão tranquiliza.

- Sempre temos que ter o plano B. No momento em que temos o Engenhão à disposição, já nos resolve grande parte do problema. Já passamos campeonatos sem os dois estádios e isso seria sério. Mas há um estádio de grande capacidade e isso ameniza. Se tiver o Maracanã, será a excelência - comentou o dirigente.