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Opinião: Brasil larga à frente por vaga olímpica no Sul-Americano de vôlei

Histórico dominante a nível continental coloca a seleção da casa como favorita por título e classificação para as Olimpíadas

PorGuilherme VeigaRio de Janeiro (RJ)
08/09/2026 06:15

Supervisionado porThiago Fernandes,
Gabi Guimarães gira bola com o dedo indicador direito em sessão de fotos da Seleção Brasileira feminina de vôlei
Em recuperação de lesão, Gabi Guimarães estará com a Seleção no Sul-Americano (Foto: Mauricio Val)

O Campeonato Sul-Americano feminino de vôlei já tem um favorito claro antes mesmo da bola subir para os primeiros jogos, nesta terça-feira (8), no Maracanãzinho. A Seleção Brasileira, que encara a Venezuela na estreia, às 20h (de Brasília), desponta como principal postulante ao título e, consequentemente, à vaga antecipada nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.

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O favoritismo se justifica pela soberania exercida a nível continental ao longo da história. Com um total de 23 títulos e uma sequência ativa de 16, o Brasil se consolidou, indiscutivelmente, como a maior potência do vôlei sul-americano. Sem contar as medalhas olímpicas e pan-americanas, os diversos troféus de Grand Prix — competição substituída pela Liga das Nações — e outras conquistas, que ajudam a evidenciar ainda mais a distância da Amarelinha em relação a seus vizinhos.

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A dominância também se reflete no cenário atual. O Brasil é o único representante da América do Sul na VNL feminina, torneio anual de seleções que reúne as principais forças da modalidade. Atualmente em segundo lugar no ranking da Federação Internacional de Voleibol (FIVB), a Seleção Brasileira está 18 posições à frente da Argentina, segunda força do continente e quem pode trazer mais dificuldades no Sul-Americano.

Mesmo assim, uma possível ameaça das hermanas causa pouca preocupação às comandadas de José Roberto Guimarães. A mesma Argentina que enfrentará o Brasil no encerramento do torneio, no domingo (13), perdeu para a Seleção B em julho, na final da Copa Sul-Americana. Agora o desafio é outro, contra a equipe principal, de Gabi Guimarães e companhia.

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Esta será a primeira vez que o Sul-Americano funcionará como qualificatório para as Olimpíadas. Tal condição traz um peso ainda maior para a competição, antes vista sem o mesmo valor de um Campeonato Mundial ou de um Pré-Olímpico. E a Seleção feminina tem tudo para reforçar sua dinastia e trazer a vaga olímpica em casa.

Com Gabi Guimarães no centro, jogadoras da Seleção Brasileira comemoram ponto na disputa de terceiro lugar do Campeonato Mundial de 2025, contra o Japão
Gabi Guimarães é a capitã da Seleção Brasileira (Foto: Volleyball World)

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PONTEIRAS

  • Gabi Guimarães
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CENTRAIS

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  • Luzia
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LÍBEROS

  • Nyeme
  • Marcelle

Agenda de jogos da Seleção Brasileira

  1. Brasil x Venezuela - terça-feira (8), às 20h (de Brasília)
  2. Brasil x Peru - quarta-feira (9), às 20h (de Brasília)
  3. Brasil x Colômbia - quinta-feira (10), às 20h (de Brasília)
  4. Brasil x Chile - sábado (12), às 13h30 (de Brasília)
  5. Brasil x Argentina - domingo (13), às 12h (de Brasília)

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