Brasil bate a Itália no tie-break e vai à final da Liga das Nações

Seleção feminina superou a Itália por 3 sets a 2 e busca título inédito neste domingo (26)

PorGuilherme VeigaRio de Janeiro (RJ)
25/07/2026 07:38

Supervisionado porThiago Fernandes,
Jogadoras da Seleção Brasileira feminina de vôlei se reúnem no centro da quadra para comemorar ponto marcado contra a Itália na semifinal da VNL 2026
Jogadoras do Brasil comemoram ponto contra a Itália na semifinal da VNL (Foto: Volleyball World)

A Seleção feminina de vôlei está na final da Liga das Nações! Neste sábado (25), o Brasil superou a Itália por 3 sets a 2 pela semifinal e buscará o título inédito na sua quinta final da competição. A partida foi realizada em Macau, na China, e terminou com parciais de 21/25, 25/21, 26/24, 21/25 e 15/13.

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Destaques da partida

Ana Cristina foi a maior pontuadora do confronto, com 23 pontos. Pelo lado do Brasil, também se destacaram Julia Bergmann e Rosamaria, com 15 acertos cada. A Itália teve como maior pontuadora a oposta Egonu e a ponteira Nervini, com 16 pontos cada.

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Próximos compromissos

O Brasil aguarda o vencedor do jogo entre Turquia e China para conhecer o adversário na grande final da Liga das Nações, que será realizada neste domingo (26), às 8h30 (de Brasília). Antes, às 4h30, a Itália volta à quadra para a disputa de terceiro lugar.

Como foi o jogo?

Ana Cristina, no ar, realiza movimento de ataque com a mão direita; Danesi e Orro, na rede, sobem para tentar bloqueá-la
Ana Cristina ataca em Brasil x Itália pela semifinal da Liga das Nações (Foto: Volleyball World)

1º SET

Em um começo de partida equilibrado, o Brasil teve o sistema de saque-bloqueio como diferencial para tirar a diferença de dois pontos obtida pelas italianas. Diana, Luzia e Julia Bergmann pararam Antropova em três oportunidades ao todo e forçaram Orro a buscar outras opções no ataque. Rosamaria, no contragolpe, colocou a Seleção à frente: 16 a 15.

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As passagens de Orro e Antropova pelo serviço foram determinantes para quebrar o passe brasileiro e, assim, dificultar a distribuição de jogadas. Egonu entrou em quadra na reta final e, com dois pontos, ajudou a Itália a recuperar a liderança para fechar a parcial: 25 a 21.

2º SET

Após abrir 3 a 0, o Brasil viveu situações complicadas quando Orro e Antropova provocaram erros de Ana Cristina por meio do saque, cedendo o empate em 8 a 8. As falhas de Sylla e Nervini na conclusão das jogadas impediram a sequência do ímpeto italiano.

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Em seguida, a margem foi reconstruída e ampliada para cinco pontos, com Roberta buscando principalmente as atacantes de extremidade para virar as bolas. Luzia contribuiu para a arrancada final com três pontos de ataque e, depois da Itália tirar dois set points, o Brasil devolveu o 25 a 21 e empatou o jogo.

3º SET

O terceiro set começou com ralis mais disputados, o que exigiu atenção redobrada da defesa brasileira. Marcelle, Ana Cristina e Rosamaria proporcionaram o volume de jogo necessário para que a bola chegasse até Julia Bergmann para virar os contra-ataques. Luzia também foi participativa no bloqueio e no saque e ajudou a Amarelinha a abrir três pontos de frente: 10 a 7.

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O Brasil manteve a vantagem conforme as equipes passaram a trocar side-outs. A Itália buscou o empate no 20 a 20, porém errou mais vezes (10 a 8) e não sustentou a reação. No bloqueio de Julia Bergmann sobre Egonu, a Seleção fez 26 a 24 e virou o placar.

4º SET

As decisões erradas tomadas no ataque complicaram o início da quarta parcial para o Brasil, que viu o adversário abrir 7 a 4 para, em seguida, ampliar ainda mais a vantagem: 12 a 7. Uma reação foi ensaiada com Ana Cristina liderando os ataques e Diana aparecendo nos bloqueios, o que deixou as equipes a apenas um ponto de distância.

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A Itália voltou a ter uma margem considerável de pontos graças ao melhor aproveitamento dos contra-ataques. Com Fersino defendendo os ataques brasileiros e Orro alternando as jogadas, a seleção italiana criou condições para empatar a partida, no side-out de Egonu, e forçar o tie-break: 25 a 21.

5º SET

Após trocas de pontos, o Brasil abriu 9 a 5 com Ana Cristina e Rosamaria rodando as principais bolas. O bloqueio italiano parou tanto a ponteira quanto a oposta, contribuindo para o empate que viria logo na sequência, com o erro de ataque de Julia Bergmann: 9 a 9.

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A partir daí, a disputa voltou a ser ponto a ponto. Ana Cristina colocou números finais no placar, marcando dois dos últimos três pontos e levando o Brasil à decisão em um tie-break apertado: 15 a 12.

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