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Treinadores evitam falar do momento do futebol brasileiro

A história do garoto que virou estrela no Qatar graças a Felipe (Foto: Arquivo Pessoal)
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Dia 27/10/2015
21:01

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Oscar Tabarez (Uruguai), Vicente del Bosque (Espanha) e Jose Manuel De La Torre (México), treinadores que estão no Brasil para o sorteio dos grupos da Copa das Confederações, concederam entrevista coletiva nesta sexta-feira em São Paulo e falaram sobre suas expectativas para a competição. Aos serem questionados sobre o atual momento do futebol brasileiro, porém, preferiram evitar dar pitacos no que José Maria Marín faz neste momento no comando da Seleção Brasileira.

- Acho que eu não poderia comentar o que os outos países estão fazendo. É difícil julgar. Temos a impressão que na América Latina muitos estão progredindo. Podemos ver que são jogadores excelentes, o Brasil é o pai do futebol na região - afirmou Del Bosque, comandante da atual campeã do mundo.

Para o treinador do México, que vive uma rivalidade intensa com a Seleção Brasileira nos últimos anos, não há o que comentar sobre o atual momento do futebol brasileiro, e sim, analisar e tentar se espelhar no que vem sendo feito de correto.

- Acho que temos de estar totalmente envolvidos com o futebol brasileiro, para ver como os clubes jogam. Temos nossos problemas, mas estamos cientes do que acontece nos outros países. Analiso a nossa equipe, falar em geral é muito complicado. Preciso estar envolvido no futebol, prefiro não falar - afirmou De La Torre.

Outro que evitou dar pitacos nos últimos acontecimentos tupiniquins foi Oscar Tabarez, comandante do Uruguai. Para ele, o poder financeiro do futebol brasileiro é importante, inclusive, tendo a possibilidade de segurar e contratar grandes jogadores.

- A maior potencia está na Europa. Este é o objetivo final dos jogadores que querem o estrelato. Na América do Sul, dependemos da situação econõmica. Por outro lado, o Brasil. Não gostaria de falar, não quero ficar preso. Vemos o que o Brasil está fazendo, quantos jogadores excelentes na base. Quando olhamos nossos jogadores, queremos que desenvolvamos uma equipe com uma mensagem e um perfil. Isso se aplica a todos os países. Estou tentando descobrir a realidade do meu país - lembrou.

- Quando falam que eles (brasileiros) pararam no tempo, quer dizer que jogavam melhor no passado? Não, há algo relacionado em ter um melhor desempenho, não apenas ganhando um título comprova o desenvolvimento. Ainda considero o Brasil como um dos maiores centros do mundo. O Brasil é uma potência econõmica que está emergindo. Talvez não esteja com o melhor desempenho, mas o potencial está lá. Não sou pessimista, Brasil é uma potência do futebol mundial - completou.

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