Renato Gaúcho cita Gre-Nal pós-Mundial como especial

Os torcedores esgotaram os ingressos para o Gre-Nal de domingo. Somado isso à previsão da diretoria de 20 mil sócios presentes no Olímpico, e a casa estará cheia. Melhor para o Grêmio, o mandante, que terá o apoio de aproximadamente 43 mil pessoas. O técnico Renato Gaúcho agradeceu a torcida, e agora pede apoio durante toda a final.

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Se os gremistas fizeram a parte deles e esgotaram todas as entradas para o jogo, os jogadores também. Trouxeram a decisão para o Estádio Olímpico com a melhor campanha do Gauchão e a vantagem após a primeira final.

- Nossa parte, os jogadores fizeram. Conseguimos trazer a decisão para casa. O torcedor fez a dele também, é casa cheia. Sabia que eles não iam nos deixar na mão. Eles tem que jogar com a equipe. Eles querem ser campeões, assim como nós. Vamos nos unir. Tem de incentivar do início ao final. E vamos ver uma equipe brigando do início ao fim, como sempre fez – afirmou Renato.

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Para motivar os torcedores, o técnico ainda lembra um clássico que marcou em sua carreira como jogador: o seguinte ao Mundial de Clubes de 1983, quando o Grêmio venceu o Hamburgo e sagrou-se campeão. Dizia-se no Rio Grande do Sul que o mundo podia ser azul, mas o estado era vermelho.

- O Mauro Galvão tinha dito que o Estado ainda era vermelho. Pois no voo de volta ao Japão, que é pertinho né, vim convencendo o presidente Fábio Koff a marcar um Gre-Nal. Ele agendou para janeiro. Jogamos e ganhamos de 4 a 2. Pintamos então o Rio Grande de azul, esse é um pouco mais especial que os outros. É muito bom de jogar clássico – contou Renato Gaúcho.

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Para confirmar o título, o Grêmio pode até perder por um gol de diferença. Empate também deixa a taça no Olímpico. O Inter precisa de dois gols de diferença, ou um em placar igual ou superior a 4 a 3.

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