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Onda de crimes deixa Mundial Sub-17 sob o signo do terror

Juliana e Larissa exibem o troféu inédito (Foto: Galbiati-Zani/Reuters)
Juliana e Larissa exibem o troféu inédito (Foto: Galbiati-Zani/Reuters)

Um dia antes da primeira partida do Mundial Sub-17, oito homicídios foram registrados em Michoacán, estado, cuja capital, Morelia, foi o local da vitória do México por 3 a 1 sobre a Coréia do Norte.

Os corpos foram mutilados, segundo um assessor de imprensa do poder judiciário do Estado de Michoacán, que preferiu manter o
anonimato. Ele também informou que, a cada morte, uma mensagem de um grupo terrorista (A Família) foi encontrada.

De acordo com autoridade locais, sete veículos foram assaltados e duas estradas bloqueadas em ações, supostamente, para desmoralizar a organização do torneio.

O jornal mexicano "Reforma" diz que os bloqueios nas estradas podem ter sido uma tentativa de resgate de oito homens que tinham sido presos um pouco antes por soldados.

Michoacán é um dos locais mais afetados pela violência do tráfico de drogas. Armando Soto, diretor de Segurança Pública, afirma, porém, que está tudo sob controle:

– Foi uma tentativa para impedir a organização do evento, mas a segurança está garantida e reforçada.

Em campo, além da vitória do México, a França não teve dificuldade para bater a Argentina por 3 a 0, pelo Grupo B. A Seleção Brasileira estreia, na segunda-feira, contra a Dinamarca, pelo Grupo F, em Guadalajara.

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