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Inspiração em rivais e confiança em casa: São Paulo e o sócio-torcedor


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O São Paulo admite: precisava reformular todo o programa de sócio-torcedor. Na última terça-feira, no CT da Barra Funda, os oito novos planos oferecidos à torcida foram apresentados, com preços de R$ 12 a R$ 489 e a confiança de que agora o serviço será de qualidade.

Mas para chegar ao modelo considerado ideal e adequado ao perfil dos torcedores são-paulino, o Tricolor admite: estudou os programas de outros clubes, desde a Europa como os rivais da capital paulista.

– Olhamos todos os clubes de sucesso, do Brasil e de fora. Acredito que achamos o melhor formato. Olhamos Benfica (POR), Barcelona (ESP), Bayern de Munique (ALE), Palmeiras (Avanti, com 129.583 sócios), Corinthians (Fiel Torcedor, com 106.044 sócios) e Internacional. Foi um estudo bastante detalhado e sabemos o que estamos oferecendo, estamos à frente. Fizemos também uma pesquisa de quase um ano com a torcida, de julho a junho, para entender o que eles realmente querem. E chegamos muito perto, por isso a adesão deve ser grande – aposta o vice-presidente de comunicação e marketing tricolor, Douglas Schwartzmann.

Também impulsionado pelos rivais, o São Paulo espera ver o Morumbi lotado com mais frequência, embora públicos em torno de 30 mil pagantes já sejam vistos como positivos. A diferença, segundo Schwartzmann, está nos estádios.

– A desvantagem é que 30 mil nas arenas deles parece lotado. No nosso, fica na metade. Precisamos de mais para ter o efeito deles. Mas o preço deles não é acessível a todos como o nosso – defendeu.
 
Mas a média tricolor em casa neste ano ainda assim fica abaixo do esperado: 19.266 pagantes por partida, com cerca de 30% de ocupação do estádio. O desejo, então, é reformar o Morumbi, sonho que se arrasta há oito anos. No novo projeto, a diretoria quer mais assentos e modernidade, o que pode fazer com que o estádio fique fechado, no mínimo, um ano. Mas mudar de casa justamente quando a missão é atrair novos sócios é uma boa ideia? Douglas Schwartzmann assegura que sim.

– O sócio ficará feliz, porque a receita dele ajudará a ter uma casa nova. É só fazer da forma certa e no momento certo. Podemos alcançar números incríveis! E foi com o dinheiro das cadeiras cativas que torcedores realizaram o sonho de erguer o Morumbi no passado – comparou.

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