Elías Figueroa pode brigar pela presidência da Fifa
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Ídolo do Internacional nos anos 70, o ex-jogador chileno Elías Figueroa recebeu convite para concorrer à presidência da Fifa, na eleição que acontecerá no dia 1º de junho. A oferta, que ainda não foi aceita, partiu de um grupo desconhecido que deseja mudanças profundas na entidade.
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Até o momento, apenas dois candidatos já estão confirmados na eleição: o suíço Joseph Blatter, atual mandatário da Fifa, e o qatariano Mohamed Bin Hammam, presidente da Confederação Asiática de Futebol (AFC). O jornalista americano Grant Wahl busca a indicação de uma federação nacional para também participar do pleito.
Figueroa anunciará nos próximos dias se aceitará ou não o convite - as candidaturas precisam ser confirmadas até a próxima sexta-feira.
- É verdade, me ligaram com o convite para concorrer à presidência da Fifa. Fiquei honrado, querem mesmo que eu seja presidente. Mas ainda preciso conversar com minha família, é uma decisão que envolve muitas mudanças. Decidirei em breve - afirmou o ex-jogador, por telefone, ao LANCENET!.
A misteriosa comissão surgiu através de uma mobilização na internet. Segundo o site World Football Insider, o grupo se chama ChangeFifa (MudaFifa, em português), que possui um blog e páginas em redes sociais, como Twitter e Facebook. Oficialmente, não confirmam a intenção de participar das eleições, mas, segundo apurou a reportagem, já possuem o apoio necessário de uma federação nacional para a indicação de um candidato.
O ChangeFifa deseja que a entidade máxima do futebol seja "transparente, democrática e responsável" - seja esta a Fifa ou até mesmo um novo organismo separatista. Figueroa não dá detalhes, mas confirma que o grupo quer, sim, relevantes mudanças.
- A minha ideia, que também é a deles, é de mudar algumas coisas no futebol, torná-lo melhor. Ainda não posso dar detalhes, mas, caso a candidatura se confirme, vamos revelar - disse.
O ex-jogador reconhece que seria uma eleição dura. No entanto, acredita que teria chances:
- Respeito muito o Blatter. Mas, se querem me dar essa chance, é porque podemos vencer.
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