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Contra-ataque é a arma esmeraldina

TL - Twitter Fred
TL - Twitter Fred

A segunda partida da decisão da Sul-Americana entre Independiente (ARG) e Goiás promete ser tensa, mas os jogadores esmeraldinos já tem uma noção de qual será a postura argentina em campo durante os 90 minutos. Por isso, a palavra mais importante para o time é "contra-ataque". Com a vantagem de 2 a 0 conquistada no jogo de ida, sair na frente no Libertadores da América, palco da final, pode ser um passo crucial rumo ao título.

 O lateral Wellington Saci, que pode fazer a última partida com a camisa do Goiás (o jogador está emprestado e volta para o Corinthians), acredita que pressão exista em qualquer lugar e por isso, os jogadores já estão acostumados. Para Saci, o Goiás tem que usar da inteligência para se dar bem no confronto.

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 - Eles vão jogar em casa e com certeza vão querer sair para o jogo, mas a gente precisa saber jogar com inteligência e buscar o contra-ataque para fazer os gols. Estamos acostumados com a pressão, todos os jogadores estão acostumados com pressão de qualquer torcida. Jogador de futebol que não quer pressão é melhor nem jogar futebol e só ficar em casa – afirmou o lateral.

 Outro que vai para o jogo é Otacílio Neto, que também tem contrato com o Corinthians e pode se despedir nesta quarta-feira. O atacante, que ganhou a vaga de Felipe e marcou um dos gols na partida de ida, admite que espera um Independiente mais ofensivo, e por isso, as jogadas rápidas serão importantes.

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 - A gente sabe que o time deles vai ser mais ofensivo, no primeiro jogo eles estavam mais atrás, por isso temos que aproveitar bem os contra-ataques. Vamos ver o que o treinador vai nos passar de orientação e de posicionamento para a gente cumprir bem a parte tática e voltar com sucesso. O time deles é forte, um time bom e por isso precisamos manter a tranqüilidade – alertou Otacílio.

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