Após ver queda de perto em 2002, torcedor deixa emprego pelo Palmeiras

Se os torcedores costumam dizer que fazem qualquer loucura pelos seus times, o palmeirense Adaílton Alves, de 28 anos, que mora em Salvador, pode se honrar de cumprir essa promessa. Isso porque ele pediu demissão do emprego para poder acompanhar o Verdão em todos os jogos na reta final do Campeonato Brasileiro, na luta contra o rebaixamento.
Trabalhando como supervisor de condomínio, Adaílton tomou a decisão: após dois anos sem férias, deixaria o trabalho para poder apoiar o Palmeiras, sua maior paixão, em todos os jogos até o fim do Brasileiro. Desde o 19 dia de setembro não trabalha mais. Já foi para Recife, no último domingo, voltou para Salvador e pretender ir até Araraquara no sábado.
Agora desempregado, ele não se preocupa com os gastos. Usará o dinheiro do acerto na saída do emprego para custear as viagens. Também não se importa com as reclamações da esposa. E garante que tudo vale a pena.
- Minha mulher está desconfiada, mas eu digo a ela que é melhor eu ser viciado no Palmeiras do que em drogas, bebida. Não dou trabalho para ela. Pedi demissão para poder acompanhar o time, agora vou em todos os jogos. Vou apoiar o time até o final - disse ele.
Adaílton tem o mesmo ritual em todas as partidas: coloca cinco camisetas do Palmeiras das inúmeras que tem em sua coleção, leva seu pandeiro e se veste todo de alviverde. Foi em um desses jogos, inclusive, que ele teve uma de suas maiores tristezas. O fanático torcedor estava no Barradão no dia em que o Verdão perdeu para o Vitória e caiu para a Série B, em 2002.
Aquela data é inesquecível para ele. Principalmente por conta do choro pela queda, que virou motivo de chacota entre os amigos. Hoje, se vê em situação ainda pior.
- Eu estava no jogo da queda, foi uma tristeza enorme. Depois que caiu eu voltei para o interior, todo mundo falando que eu apareci chorando. Estava com 18 anos. Hoje, é pior, porque tenho 28, não posso chorar por isso - lembra ele.
O apaixonado palmeirense estava no aeroporto nesta terça, esperando pela delegação. Nesta quarta, estará no Pituaçu para apoiar o time. Ele é consciente com relação às chances do time se livrar da queda.
- Desde que passou o título da Copa do Brasil eu estava preocupado. O Palmeiras está como um cardíaco em estado de coma. Mas, enquanto tiver esperanças, vou apoiar - falou.
Resta saber se todo o esforço de Adaílton será recompensado. Pelo menos a parte dele ele fez.

Todos Esportes
Lance! analisa ao vivo a primeira convocação de Ancelotti para a Copa de 2030
Há 4 dias
Corinthians
Memphis Depay revela incômodo após derrota do Corinthians
Há 6 dias
Todos Esportes
Vídeo: Gabigol se desculpa com torcida do Santos após declarações sobre Flamengo e Cruzeiro
Há 1 semana
Futebol Nacional
Relembre casos de jogadores acusados de relação com o tráfico de drogas
Há 1 semana
Futebol Nacional
Comissão da FFU pede mudanças a investidor, que refuta recompra individual de direitos
Há 2 semanas
Futebol Nacional
Clube notifica FFU por conflito de interesses de administrador, sócio de Ronaldo
Há 3 semanasMais LANCE!

Justiça de Brasília exige que Sinafut comprove legitimidade em ação contra FFU

Brasileiro renova com clube árabe, ganha cidadania e mira seleção do país

Escalação do Fluminense: Marcão aprova teste contra o Palmeiras

Copa do Brasil: Vitória conhece adversário e chaveamento

Chelsea x Milan: onde assistir, horário e prováveis escalações

GDA Luma, que comprará SAF do Botafogo, sofre ação por fraude nos EUA

Palmeiras perde quando pode, avança na Copa do Brasil e vê Flaco ainda mais protagonista

Diego Fernandes rebate conselheiro do São Paulo em rede social

Presidente da Fifa Master Alumni vê Infantino ainda favorito: 'Há muito ruído'

Santos x Remo: onde assistir, horário e escalações pela Copa do Brasil

Paulinho retorna aos treinos, e Palmeiras inicia preparação para a Copa do Brasil

Lula diz que só usa camisa do Corinthians e do Vasco: 'Flamengo, não'

AO VIVO: assista à apresentação de Zé Lucas no Cruzeiro
