Murray diz que federação britânica 'arruinou' seu legado
Escocês critica mal uso de recursos da federação para o fomento do esporte

Após liderar a equipe da Grã-Bretanha a Copa Davis após 79 anos, Andy Murray contou que é 'perda de tempo' conversar com a federação britânica de tênis sobre o futuro do esporte e acredita que isso 'destrói' seu legado.
Ao jornal local Daily Mail, Murray revelou: "É quase como perder seu tempo, porque nada é feito nunca".
Ainda de acordo com o escocês, mesmo com suas conquistas olímpicas, de Wimbledo e do US Open, o número de praticantes do tênis não foi alterado e hoje ele, Murray, poderia apenas dizer o nome de um garoto que pode vir a ser um dia uma estrela do esporte.
Jaime, irmão mais velho de Andy Murray, endossou o discurso do irmão e disse que preferiria viver na Escócia do que em Londres, onde moram, mas que não há estrutura em terras escocesas compatíveis com suas ambições no circuito.
Andy Murray disse que se desespera ao perceber que não há nenhum juvenil britânico com nível de disputar os Slams. "Fui ao Centro Nacional para treinar uns dias. estive lá segunda e terça-feira às 15h e não havia ninguém treinando nas quadras cobertas, nem pelo ginásio. Tirei fotos daquilo, porque custou £40 milhões de libras (R$ 233 milhões) e não havia pessoas jogando. Não há necessidade de ser apenas pessoas para o alto rendimento. É uma vergonha", resumiu o escocês.
O campeão olímpico prosseguiu com seu desabafo: "Eu não sei o que está acontecendo em termos de desenvolvimento de base, mas há opiniões pelas quais tenho respeito. Eles acreditam que muito mais poderia e deveria ser feito para capitalizar o sucesso do tênis britânico nos últimos cinco ou seis anos. Eu não sei te dizer quem é a próxima geração. Sinto dizer, mas não sei".
A reportagem do jornal, Michael Downey, diretor executivo da federação britânica na Escócia chamou de ridícula a intensão de Murray de ver pessoas no Centro Nacional de Tênis "em plena segunda-feira pós Wimbledon" e criticou o fato do tenista citar que £ 1,1 bilhões, algo em torno de R$ 6,4 bilhões na cotação de hoje da moeda britânica, entraram nos cofres da federação desde 1978 apenas com os lucos de Wimbledon.
Murray mantém sua posição firme e diz que apesar da federação dizer que faz um bom trabalho, ele vê deficiências no trabalho realizado e aponta apenas Kate Swan como alguém promissor.

Tênis
Promessa americana se destaca por saque ambidestro no US Open juvenil
Há 2 horas
Fora de Campo
Reação de torcedora com Carlos Alcaraz sem camisa no US Open viraliza; veja
Há 1 dia
Tênis
US Open: Alcaraz revela sonho pessoal e projeta futura dupla com irmão
Há 1 dia
Tênis
Thiago Seyboth Wild na semi do Challenger de Como? Entenda
Há 3 dias
Tênis
Luisa Stefani avança no US Open e garante vaga no WTA Finals nas duplas
Há 3 dias
Tênis
Jodar admite frustração após queda no US Open: 'Preciso refletir'
Há 4 diasMais LANCE!

Alcaraz segue estratégia de João Fonseca no tênis

Bia Haddad reflete sobre pausa na carreira: 'Vem sendo difícil'

Thiago Wild vence e chega às quartas do Challenger na Itália

Djokovic deixa o top 10 e encerra domínio de 24 anos do 'Big 3'

Naomi Osaka homenageia astro da NBA com look no US Open

VÍDEO: Tenista quebra raquete após derrota no US Open

Thiago Wild vence na estreia e dá salto no ranking da ATP

João Fonseca é confirmado no ATP 500 de Tóquio ao lado de Alcaraz

Recuperado de lesão, Carlos Alcaraz avança no US Open

Tenista se revolta com fisioterapeuta no US Open: 'Estúpido'

US Open: Sabalenka estreia com vitória e mira marca de Serena Williams

Alcaraz x Safiullin no US Open: horário e onde assistir

Ex-tenista faz comentário sobre Djokovic após derrota: 'seu tênis encolheu'
