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João Fonseca revela meta para alcançar topo do ranking

Brasileiro revela meta para liderar o ranking e explica como enfrentar os tops acelerou sua evolução

PorJoanna ColaçoRio de Janeiro (RJ)
03/08/2026 15:30
Atualizado há 7 minutos

Supervisionado porThiago Fernandes,
João Fonseca conquista vitória na estreia de Wimbledon (Foto: Henry NICHOLLS / AFP)
João Fonseca conquista vitória na estreia de Wimbledon (Foto: Henry NICHOLLS / AFP)

O sonho de chegar ao topo do tênis mundial já tem prazo na cabeça de João Fonseca. Aos 19 anos, o brasileiro afirmou que espera alcançar o posto de número 1 do ranking da ATP em um período de três a cinco anos. Além da meta ambiciosa, o carioca destacou a importância de enfrentar os principais nomes do circuito na atual temporada e explicou como os duelos contra Jannik Sinner, Carlos Alcaraz, Alexander Zverev e Novak Djokovic contribuíram para sua evolução.

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Meta de liderar o ranking

Questionado sobre quando se imagina no topo do ranking mundial, João Fonseca respondeu de forma confiante e estabeleceu um horizonte para alcançar o objetivo.

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— Quantos anos? Se Deus quiser, poucos anos. Eu tenho 19… vamos dizer uns três a cinco anos de estar lá (número 1). Se Deus quiser, vai dar tudo certo — disse o brasileiro à CNN Brasil.

O tenista reconheceu que o caminho até a liderança da ATP é longo, mas ressaltou que está disposto a enfrentar o desafio ao lado da equipe que o acompanha.

— Óbvio, eu sei o quão difícil é. O quão difícil eu tenho que me comprometer. É um caminho árduo, mas é um prazer você estar com um time de que você gosta e que quer seu bem, não só como jogador, mas como pessoa.

João Fonseca ergue os braços em partida no UTS Rio
João Fonseca ergue os braços em partida no UTS Rio (Foto: Divulgação)

Roland Garros como ponto de virada para João Fonseca

Fonseca apontou a campanha em Roland Garros como um momento decisivo para seu desenvolvimento. No torneio, enfrentou Sinner, Alcaraz, Zverev e Djokovic, conseguindo uma vitória marcante sobre o sérvio.

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— Sinner e Alcaraz são, atualmente, inspirações para todos nós da nova geração, que está chegando. Estão ganhando praticamente tudo. E eu tive uma experiência inacreditável este ano que foi jogar Sinner, Alcaraz, Alexander Zverev e depois Novak Djokovic em Roland Garros. Perdi os três primeiros, mas consegui ganhar do Djokovic.

Segundo o brasileiro, compartilhar a quadra com os principais tenistas do circuito permitiu entender melhor o nível exigido para competir entre os melhores:

— Ter compartilhado a quadra com esses caras, de ter visto como é o nível, como é a pressão de estar jogando contra eles, como eles exercem sua postura dentro de quadra… ajudou a ganhar do Djokovic.

Aprendizado para o futuro

Para Fonseca, os confrontos serviram para identificar pontos fortes e aspectos que ainda precisam ser desenvolvidos para disputar os maiores títulos do circuito.

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— Essa experiência foi sensacional, por ver como eles jogam contra mim, quais são minhas fraquezas, quais são as minhas qualidades, como eles entram em quadra para competir comigo. Acho que foi uma experiência maravilhosa pra mim, para meu futuro como pessoa e jogador.

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