Aos 10 anos, jovem talento do skate feminino brasileiro estreia em Mundiais
Inspirada em Raicca Ventura e Tony Hawk, Helena Laurino participará do STU Open<br>

No mês que marca o Dia das Crianças, um dos maiores talentos do skate brasileiro terá desafios de gente grande. Com apenas 10 anos de idade, Helena Laurino estreará em eventos mundiais em outubro diante das melhores skatistas do planeta. O primeiro compromisso já começará nesta segunda-feira, quando vai encarar o STU Open, na modalidade skate park e, na sequência, disputará o World Skate Games 2022, na Argentina, na categoria vertical.
+ Último FIFA será lançado nesta sexta ao público geral: lembre capas antigas do game
– A sensação é de surpresa e alegria ao mesmo tempo. Estou muito feliz e nem acredito que irei participar das maiores competições do park e do vertical do mundo neste ano – confessa a skatista.
Inspirada em Raicca Ventura, Sky Brown, Tony Hawk e na campeã olímpica Sakura Yosozumi, entre outros, Helena começou a andar de skate aos seis anos de idade em um clube esportivo de São Paulo. Já nos treinamentos no Rajas Skate Park, percebeu que competir era o seu sonho.
– No half-pipe, eu comecei a andar aos oito anos. E foi amor à primeira vista. Eu sabia desde o começo que iria voar! Comecei a competir no vertical aos 9 anos e, agora com 10, estou indo para o meu primeiro mundial…Nem acredito! – ela conta.
A paixão dela por esportes vem desde berço. Seu pai, Cristiano Laurino, é cirurgião-ortopedista e já participou de diversas delegações olímpicas do Brasil no atletismo, sendo ainda proprietário da clínica InSport ao lado de Fabiana Murer.
– Ele é meu exemplo de amor ao esporte, sendo disciplinado assim como eu. Hoje, eu posso participar destes eventos até pelo conhecimento que meu pai tem e por cuidar e tratar, sendo médico de muitos atletas profissionais e amadores – comenta Helena sobre o pai.
+ STU Open Rio promete ser um dos maiores eventos de skate e cultura urbana do mundo
Agora, dias antes de estrear em mundiais, Helena quer levar o seu jeito simples e irreverente em cima da prancha com rodinhas para mostrar que o potencial brasileiro no esporte tende a ser ainda maior.
– Quero acertar as minhas linhas e fazer as minhas manobras. O resto é consequência. Eu acho que skatista só deveria pensar em acertar as suas manobras, fazer a sua linha e sair com o skate na mão. Eu sempre entro em uma competição com este pensamento. Meu pai me ensinou que para ser muito boa no esporte que escolhemos precisamos focar em nós mesmos. Pois, quando você é consistente no que faz, o mérito é consequência – completa.

Lutas
Tudo o que você precisa saber sobre o UFC Belgrado
Há 3 horas
Fórmula 1
Ex-campeões analisam a primeira metade da temporada da F1
Há 5 horas
Colunas
Papo com Helio Castroneves: muitos troféus espalhados por aí, mas quero mais!
Há 5 horas
Vôlei
Novata no vôlei de praia mira LA28 ao lado de campeã mundial: 'Novo mundo'
Há 6 horas
Fora de Campo
Durante casamento, Gabriel Medina anuncia que será pai
Há 8 horas
Lutas
UFC Belgrado: Com estreia de brasileiro, veja card completo
Há 8 horasMais LANCE!

Montreal: ex-número 2 do mundo cai na chave de João Fonseca

Campeã olímpica no vôlei de praia, Duda Lisboa faz pausa nas competições

Simone Biles participa de evento a um ano do Pan de Lima 2027

'Arrogante modesto': Shaq define escolha de LeBron James por 76ers

Toto Wolff comenta possível parceria entre Verstappen e Antonelli

76ers jogará Rodada de Natal da NBA contra Lakers ou Celtics, diz jornalista

Sem LeBron James, Cavaliers e Heat buscam soluções no mercado da NBA

Ex-piloto diz que F1 está preparada para rever Schumacher

Strickland projeta volta ao UFC e troca ofensas com Chimaev

Celeste Plak surpreende ao se aposentar do vôlei aos 30 anos

Atlanta 30: vexame galático? O bronze amargo do futebol brasileiro

Barrada por fortes ventos, torcida apoia de longe no Circuito Mundial

Desafio da Ponte vai reunir milhares de atletas no domingo



