Treinador e quarterback dos Cowboys elogiam Rio e relativizam gramado
Brian Schottenheimer e Dak Prescott destacam recepção no Brasil após derrota para os Ravens no Maracanã

O Dallas Cowboys deixou o Rio de Janeiro com uma derrota dolorosa para o Baltimore Ravens, por 34 a 31, mas também com elogios à experiência no Brasil. Após o jogo deste domingo (27), no Maracanã, o técnico Brian Schottenheimer e o quarterback Dak Prescott destacaram a recepção dos torcedores, o ambiente no estádio e a estrutura encontrada durante a passagem pela cidade.
Prescott, que disputou o primeiro jogo internacional de sua carreira, lamentou a forma como o Cowboys perdeu a partida. Dallas empatou o confronto no fim do tempo regulamentar, mas sofreu a derrota no field goal decisivo dos Ravens na prorrogação.
— Foi um grande jogo de futebol, com seus altos e baixos e muita eletricidade, como manda a NFL. Fiquei muito contente por fazer parte do primeiro jogo aqui no Rio. Os torcedores e o ambiente foram fantásticos. Infelizmente, calhou-nos estar do lado derrotado hoje.

Dak lamenta oportunidades desperdiçadas
O quarterback assumiu a responsabilidade pelos momentos em que o Cowboys não conseguiu transformar as oportunidades em touchdown. Na reta final, Dallas teve a chance de vencer a partida, mas precisou se contentar com o empate antes de sofrer a pontuação decisiva de Baltimore.
— Sim, frustrado. Frustrado como o caraças. Envergonhado. Sabemos que temos o melhor ataque, chegamos à linha de uma jarda e não concretizamos. É péssimo, não há muitas palavras ou grandes explicações para isso. A defesa nem devia ter sido colocada naquela posição. Eles dizem que a culpa é deles, mas absolutamente não, a responsabilidade era nossa de fechar o jogo e ponto final.
Schottenheimer também assumiu a responsabilidade pelas decisões tomadas no ataque e lamentou que a equipe não tenha conseguido aproveitar as chances criadas.
— Pensamos que íamos marcar o touchdown. Movimentamos a bola muito bem lá em baixo e tínhamos de encontrar uma forma de a fazer entrar. Eu tinha de ter chamado melhores jogadas para a fazer entrar. No final de contas, não fizemos jogadas suficientes para ganhar como equipa.

Cowboys elogiam ambiente no Rio
Apesar da frustração pelo resultado, Prescott destacou a atmosfera encontrada no Maracanã. O jogador também agradeceu o apoio dos torcedores dos Cowboys e dos Ravens presentes no estádio.
— Agradeço pelo apoio. Sentimos os fãs dos Cowboys e os fãs dos Ravens presentes. A atmosfera de jogar em outro país foi incrível, parecia a energia de um jogo do Pro Bowl.
O quarterback também contou que gostaria de voltar ao Brasil em outra oportunidade, desta vez com mais tempo para conhecer a cidade.
— Gostaria definitivamente de voltar ao Brasil sem ser em trabalho e sem jogo marcado. Assim poderia aproveitar um pouco mais o tempo livre, visitar os pontos turísticos, ver o Cristo Redentor de perto e aprender e absorver mais sobre a cultura. O tempo que passamos foi ótimo, e agradeço muito a forma como fomos recebidos.
Schottenheimer, por sua vez, elogiou o Ninho do Urubu, onde o Cowboys realizou um dos treinamentos antes da partida, e citou o contato entre jogadores das duas equipes.
— Achei as instalações lindíssimas. Fizeram um trabalho tremendo preparando os campos. Foi um verdadeiro dia de trabalho para nós e agradecemos bastante por isso. Foi espetacular ver alguns dos jogadores deles aparecerem e ver o respeito que têm por algumas das nossas estrelas e trocarem camisolas e assim.

Gramado não vira desculpa para derrota
As condições do gramado do Maracanã foram um dos temas discutidos antes da partida, mas Prescott afirmou que a superfície não teve influência determinante no resultado. Durante a semana, o Cowboys havia demonstrado confiança de que o campo estaria em condições para o jogo.
— Estava úmido. Eu venho do sul, por isso estou mais habituado, mas sim, talvez tenha estado ligeiramente mais úmido do que o previsto. Contudo, foi apenas uma questão de gerir a hidratação; não acho que tenha sido um fator decisivo para o resultado.
Em outro momento, o quarterback brincou ao responder sobre a condição do campo.
— Se vão permitir que o jogo aconteça, é porque o campo é bom o suficiente. De onde eu venho, já joguei em coisas muito piores. Já fui placado em cimento. Por isso, o facto de a relva ser macia, vamos aceitar.
OS Cowboys agora retornam aos Estados Unidos com campanha de uma vitória e duas derrotas. Na próxima rodada, a equipe enfrenta o Houston Texans.

➡️ Tudo sobre os esportes olímpicos agora no WhatsApp. Siga o nosso novo canal Lance! Olímpico

Futebol Americano
Técnico dos Ravens avalia gramado do Maracanã após NFL Rio Game
Há 14 minutos
Futebol Americano
Ravens vencem Cowboys em primeira partida da NFL no Maracanã
Há 1 hora
Futebol Americano
NFL supera Flamengo e tem o maior público do ano no Maracanã
Há 2 horas
Fora de Campo
Show de Pedro Sampaio e Ricky Martin no NFL Rio Game divide opiniões na web
Há 2 horas
Futebol Americano
Cheerleaders dos Cowboys dançam com Pedro Sampaio durante show de intervalo da NFL
Há 2 horas
Fora de Campo
Ivete Sangalo, Anitta e Luan Santana: o sonho de Rosamaria para NFL
Há 3 horasMais LANCE!

NFL Rio Game: veja os famosos que estão no Maracanã

Jogadores do Flamengo curtem jogo da NFL no Maracanã e trocam brincadeiras

VÍDEO: Cheerleaders dos Cowboys fazem dança do Paquetá antes do NFL Rio Game

Cafu recebe homenagem especial antes do NFL Rio Game

Torcedores do Vasco protestam no Maracanã antes de jogo da NFL

Confusão com lugares no Maracanã marca partida da NFL

Quem são os Cowboys? Conheça a história do time que enfrenta os Ravens no Maracanã

Quem são os Ravens? Conheça a história do time que enfrenta os Cowboys no Maracanã

Vai ao NFL Rio Game? Entenda as regras do futebol americano antes da partida no Maracanã

Liquidação na NFL: ingressos para Cowboys x Ravens no Rio têm preços promocionais

Jogador dos Ravens já se envolveu em polêmica com Rebeca Andrade; relembre

NFL no Rio: Com hotel exclusivo, Ravens cancela treino e libera atletas

Pedro Sampaio exalta show com Ricky Martin no NFL Rio Game: 'Vai ser histórico'
