Diniz vê expulsões como 'desvio de comportamento' e minimiza confusão
Treinador afirmou que episódios não refletem padrão do time e que situação não deve se repetir

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O Corinthians teve, na partida contra o Palmeiras, no dérbi que terminou empatado sem gols, dois jogadores expulsos. Em clima quente, um dos cartões vermelhos ocorreu em um lance semelhante a outro recente no clube.
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André foi expulso no primeiro tempo quando fez um gesto obsceno após sofrer falta de Andreas Pereira no meio de campo. Após revisão do VAR, a decisão foi pela aplicação do cartão vermelho. O caso foi semelhante ao de Allan, contra o Fluminense.
Ao explicar como a psicologia pode ajudar neste momento, área em que Fernando Diniz possui formação, o treinador apontou que dificilmente isso deve se repetir no clube.
— O psicológico é algo a ser trabalhado em todos os times. Foi desvio de um comportamento que não é padrão, acredito que não vai mais acontecer. Não é um gesto que acontece com frequência. Os jogadores já sabem, sentiram o baque de ser expulso. André e Matheuzinho. Isso é uma questão muito factual, fácil de ter um tipo de instrução. Esse tipo de expulsão eu acho que não acontece mais por aqui — disse Fernando Diniz.

Briga generalizada no Corinthians
O árbitro Flávio Rodrigues de Souza registrou um "tumulto generalizado" após o empate no clássico. Houve um empurrão no atacante Luighi, do Palmeiras, além de Matheuzinho, do Corinthians, envolvido em lance que resultou em expulsão.
O Palmeiras publicou nota nas redes sociais informando que o atacante Luighi teria sido agredido por um funcionário do Corinthians enquanto se dirigia para realizar exame antidoping ao término do clássico entre as equipes.
O Corinthians também divulgou uma nota informando que o zagueiro Gabriel Paulista e o meio-campista Breno Bidon foram agredidos por seguranças do Palmeiras. Segundo o clube alvinegro, os atletas vão registrar B.O. no Jecrim.
Na entrevista coletiva, Diniz disse que foi um "empurra empurra normal do futebol" e que os seguranças dos dois clubes são amigos.
— Cheguei e já estava tendo a confusão. Empurra-empurra é normal do futebol, do que eu vi. Toda hora acontece esse tipo de confusão. Poderia criar um protocolo para não ter esse encontro. Os jogadores passam muito próximos dos outros. Esse tipo de empurra-empurra acontece. O que eu sei é que os seguranças do Palmeiras são amigos dos seguranças do Corinthians. O que eu fiquei sabendo é que não teve nada de alguém bater em alguém — seguiu o treinador.
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