Protagonista dentro e fora de quadra, Carol Solberg teve 2025 intenso
Jogadora terminou o ano na liderança do ranking mundial, ao lado da parceira Rebecca

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O primeiro ano de Carol Solberg no ciclo olímpico foi marcado por resultados expressivos e protagonismo. Dentro de quadra, ela iniciou a parceria de sucesso com Rebecca, que garantiu a medalha de bronze no Mundial e a liderança do ranking de vôlei de praia. Fora de quadra, foi uma voz ativa sobre o cenário político brasileiro.
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Ao todo, foram nove pódios para Carol Solberg e Rebecca em 2025, incluindo quatro títulos desde que a dupla foi formada, em novembro do ano anterior, visando os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. A temporada começou com a conquista da etapa de Navegantes do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia, e ainda teve ouros nas etapas de Quintana Roo, Rio de Janeiro e Itapema, pelo Circuito Mundial, além do título Sul-Americano da modalidade.
O ápice do ano veio em outubro, com a conquista da medalha de bronze no Mundial de Vôlei de Praia, em Adelaide, na Austrália. Carol e Rebecca garantiram o lugar no pódio após superarem as compatriotas Thâmela e Vic na disputa pelo terceiro lugar, garantindo a maior conquista desde a formação da dupla.
— Quando eu e Rebecca montamos o time, a gente acreditava muito no nosso potencial e no que a gente poderia alcançar. Então, toda vez que a gente chegou em um torneio, a gente chegou acreditando. Terminar o ano com essa conquista do circuito mundial foi muito bom.

Sem tabu sobre posicionamento político
Além do desempenho dentro de quadra, que rendeu a Carol Solberg o reconhecimento como melhor atleta do ano da modalidade no Prêmio Brasil Olímpico, a atleta se destacou por seu posicionamento político. Imediatamente após a conquista do bronze no Mundial, Carol fez uma manifestação pública comemorando a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, que havia acontecido na véspera do jogo.
— Pra mim, sempre vale falar o que eu penso e o que eu acredito. É uma coisa fundamental para mim, é importante. Eu acho que tem sempre um preço a se pagar, sim. Mas cada vez que um atleta fala e se manifesta, vai se quebrando esse tabu de que atleta não pode falar sobre "isso ou aquilo". Acho que atleta é um ser como outro qualquer, e a gente poder falar o que a gente pensa é fundamental — disse a jogadora, em entrevista ao Lance!
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