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Brasil x Argentina: retrospecto pesa antes de 'final' por LA 2028

Rivais chegam invictos à última rodada do Sul-Americano, que coloca em jogo o título continental e a classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles

PorJoanna ColaçoRio de Janeiro (RJ)
20/09/2026 06:00

Supervisionado porThiago Fernandes,
O Brasil venceu a Argentina por 3 sets a 1 pela VNL Masculina (Foto: Divulgação/Volleyball World)
O Brasil venceu a Argentina por 3 sets a 1 pela VNL Masculina (Foto: Divulgação/Volleyball World)

Brasil e Argentina entram em quadra neste domingo (20) para o capítulo decisivo de uma rivalidade que ganhou novos episódios nos últimos anos. Às 10h (de Brasília), no Maracanãzinho, as seleções fazem o último jogo do Campeonato Sul-Americano de vôlei masculino, em confronto que vale o título e a vaga nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.

As duas equipes chegam invictas à decisão. O Brasil venceu Chile, Bolívia, Colômbia e Venezuela sem perder sets e lidera a competição. A Argentina também soma quatro vitórias, mas cedeu duas parciais ao longo do torneio. Como o Sul-Americano é disputado em turno único, o vencedor do confronto ficará com a taça e a classificação olímpica.

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O encontro também coloca frente a frente as duas principais forças do continente em um momento no qual o retrospecto recente ganhou peso. Em 2023, a Argentina derrotou o Brasil por 3 sets a 0 na decisão do Sul-Americano e interrompeu uma sequência histórica de títulos brasileiros na competição. Foi a primeira vez desde 1964 que o Brasil participou do torneio e terminou sem a taça.

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Brasil respondeu na VNL

O duelo mais recente entre as principais seleções dos dois países terminou com vitória brasileira. Em junho, pela Liga das Nações, o Brasil venceu a Argentina por 3 sets a 1, com parciais de 25/21, 25/23, 24/26 e 25/18. Alan foi o maior pontuador da seleção no duelo, com 20 pontos.

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Pouco depois, porém, a Argentina voltou a vencer um confronto entre os países. Em agosto, a equipe argentina derrotou o Brasil por 3 a 2 na final da Copa Sul-Americana, em Cochabamba, na Bolívia. O torneio, contudo, teve participação de seleções B.

Darlan x Loser: força contra bloqueio

Entre os principais personagens brasileiros está Darlan Souza. O oposto é uma das referências ofensivas da equipe e já teve atuações de destaque ao longo da temporada. Na estreia da VNL, por exemplo, marcou 18 pontos contra o Irã, enquanto no amistoso diante do Japão, em agosto, terminou novamente como maior pontuador, com 18.

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Na Argentina, Agustín Loser aparece como uma das principais armas no bloqueio. Capitão da seleção, o central retornou ao grupo em junho depois de conquistar a liga italiana e a Champions League pelo Perugia. Ele é considerado uma das referências da posição no cenário internacional. Loser também teve participação importante na campanha argentina no próprio Sul-Americano. Na vitória sobre o Chile por 3 a 0, marcou 11 pontos, enquanto Manuel Armoa foi o maior pontuador, com 17.

Além deles, o Brasil conta com a experiência de Lucarelli e do levantador Cachopa, enquanto a Argentina tem no histórico Luciano De Cecco uma de suas principais referências. O levantador está entre os convocados para o torneio ao lado de uma geração que busca repetir o desempenho da seleção campeã sul-americana em 2023.

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Brasil x Venezuela no Sul-Americano de vôlei masculino (Foto: Maurício Val/Fotoclic/CBV)
Darlan em Brasil x Venezuela no Sul-Americano de vôlei masculino (Foto: Maurício Val/Fotoclic/CBV)

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