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Tutinha vê na Coreia do Sul chance de voltar ao Palmeiras

O currículo de Bruno Ostapenco, o Tutinha, é grande, apesar dos apenas 21 anos de idade. O atacante começou no Paulista de Jundiaí (SP), mas logo foi para o Grêmio, onde foi treinado por Vanderlei Luxemburgo, em 2012. De lá, Tutinha não resistiu à proposta de seu clube do coração, o Palmeiras, e defendeu a camisa do Verdão em competições sub-20. Neste ano, Bruno vive sua primeira experiência internacional na Coréia do Sul, no Chungju Hummel.

Tutinha falou com exclusividade ao LANCE!Net sobre os primeiros passos na carreira, as passagens por grandes clube do país e suas primeiras impressões ad K-League, o Campeonato Sul-Coreano.

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Como foi ser treinado por Vanderlei Luxemburgo, no Grêmio, e treinar ao lado de grandes jogadores como Kléber, o goleiro Victor e outros?
Ser treinado por um treinador como o Vanderlei é o que todo garoto com a minha idade sonha, ele é um ótimo profissional. Treinar com jogadores como o Kléber, o Victor, era um sonho pra mim. De uma hora pra outra eu treinando com eles, demorou um pouco pra cair a fixa. Mas no futebol a gente tem que estar preparado para tudo, as coisas acontecem muito rápido.

Quem são seus ídolos no futebol? Em quem você se inspira?
Meu ídolo no futebol é o "Victor" Goleiro hoje no atlético-MG, tive o prazer de jogar com ele no Grêmio ele é uma pessoa extraordinária, além de ser um dos melhores goleiros do Brasil hoje, Ele é um exemplo a ser seguido.

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Como foi deixar o Grêmio rumo ao Palmeiras? O que fez você mudar de clube?
O Grêmio é um lugar ótimo de se jogar, só tenho boas lembranças de lá, foi uma decisão muito difícil pra mim. Mas, quando surgiu a oportunidade de ir para o Palmeiras, fiquei muito feliz porque sou palmeirense desde pequeno, cresci vendo o Palmeiras jogar, já chorei nas derrotas do Palmeiras e o alviverde está no meu coração, está no sangue.

Como foi chegar ao time do coração, jogar e marcar gols no clube em que sempre sonhou?
Marcar gols e jogar isso é consequência do seu trabalho. Mas não foi fácil chegar até aqui, só as pessoas mais ligadas a mim sabe o que passei pra poder realizar esse sonho. Hoje me sinto realizado não só por mim, mas também pelos meus pais, irmã, parentes e amigos que torcem por mim.

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Você recebeu a proposta para defende o Chungju Hummel por empréstimo. O que fez você aceitar a proposta para defender o clube coreano?
Fui pego de surpresa com a proposta do Chungju Hummel, não tive muito tempo pra pensar. Mas como era uma experiência nova e a proposta era muito boa, eu, junto com os meus pais e meu empresário Gilvan Costa, resolvemos que poderia ser muito bom pra mim, como de fato está sendo muito bom mesmo. Só tenho a agradecer a todos por aqui, por tudo que eles fazem por mim.

Como está sendo a adaptação? Qual a diferença do futebol brasileiro para o coreano?
No começo foi muito difícil, o estilo de jogo é totalmente diferente do Brasil. O futebol coreano tem uma obediência tática que no Brasil eu não estava acostumado a fazer, mas agora já estou bem adaptado e não vejo problemas em fazer uma função totalmente diferente da que eu fazia no Brasil, como marcar. Claro que o futebol brasileiro, na minha opinião, é o melhor do mundo, mas o futebol coreano também tem jogadores de muita qualidade e muitos estrangeiros por aqui. Isso faz com que o futebol fique mais competitivo e mais bonito pra quem assiste.

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Você está gostando do clube? Seu contrato de empréstimo se encerra no final do ano, você pensa em renovar ou prefere voltar para o Brasil?
Sim estou gostando muito do Chungju Hummel, principalmente como fui recebido e como sou tratado aqui diariamente por todos. Eu não sei se volto o ano que vem porque tenho contrato com o Palmeiras, mas minha vontade é de voltar. Infelizmente, não depende só de mim, isso é o Palmeiras que resolve.

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