Pan 2011 e os problemas de segurança
A briga entre facções de narcotraficantes que assola o México e produz cada vez mais mortos não é algo que possa ameaçar a realização dos Jogos Pan-Americanos de 2011, em Guadalajara, de acordo com o presidente da Organização Desportiva Pan-Americana (Odepa), Mario Vázquez Raña. O dirigente, que é mexicano, lembrou que a falta de segurança é um mal que assombra o mundo.
– E no México ainda teremos em um mês eleições para governadores. Isso também está influenciando a onda de violência – afirmou Raña.
Para realizar a Assembleia Geral da Associação dos Comitês Olímpicos Nacionais (Acno), na semana passada, Raña disse ter pedido a proteção federal para o balneário de Acapulco, local do encontro.
– Tivemos 1.500 homens da polícia federal para fazer a proteção. Estávamos seguros – contou Raña, que gastou parte dos US$ 5 milhões (R$ 8,5 milhões) usados para realizar a Assembleia Geral da Acno com a alimentação dos policiais.
Até por ser somente em 2011, o presidente da Odepa disse crêr que a situação estará melhor. Além do mais, demonstrou ter confiança no projeto de segurança montado para a disputa continental.
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