Livro revelou segredos da torcida organizada do Boca Juniors
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O jornalista do diário "Olé" Gustavo Grabia escreveu recentemente o livro "La 12: A Explosiva História da Torcida Organizada mais Temida do Mundo". Nele o autor descreve desde o surgimento até a "profissionalização" e o processo de violência pelo qual atravessou durante décadas a facção organizada do Boca Juniors.
O livro mostra também como as relações com o poder, inclusive com a presidência da Argentina, ajudaram a livrar a cara durante anos dos seus principais chefões.
A facção criou um poder paralelo dentro da Bombonera, coagindo ex-presidentes, técnicos e jogadores, entre eles o próprio
Diego Maradona.
Atualmente a liderança da própria barra-brava do Boca está sendo disputada por Mauro Martín, o seu atual chefe, e o ex-líder Rafael Di Zeo. Este último foi condenado a quatro anos e três meses de prisão em 2005 por ter espancado um torcedor do Chacarita Juniors durante um amistoso na Bombonera em 1999. Di Zeo foi solto este ano em liberdade condicional e está disposto a retomar o seu antigo posto.
No dia 26 de agosto o LANCE! publicou entrevista com o jornalista. O autor do livro sobre La 12 explicou que na Bombonera a polícia só entra em locais permitidos pela torcida e que o vazio de poder no país facilita a impunidade aos violentos.
Veja cenas da barbárie durante o clássico contra o River. A torcida do Boca agride os seguranças do Monumental de Núñez depois que a equipe leva o segundo gol. A partida terminou empatada em 2 a 2.
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