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'À distância', Romário e R10 se tornam embaixadores paralímpicos do CPB

Romário e Ronaldinho Gaúcho são algumas das apostas do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) para incentivar a divulgação do esporte voltado a pessoas com deficiência. Os astros foram apresentados "à distância" nesta quinta-feira, no Palácio da Cidade, no Rio de Janeiro, como alguns dos embaixadores da entidade. Com agenda cheia, ambos não compareceram ao lançamento.

O senador e o meia do Fluminense se juntam a uma lista de outros cinco nomes que terão o mesmo objetivo de massificar o paradesporto, com foco nos Jogos Paralímpicos de 2016. São eles o ex-judoca Flávio Canto, o bicampeão da Fórmula 1 Emerson Fittipaldi, o empresário Luiz Severiano Ribeiro, presidente da rede de cinemas Kinoplex, e os atores e apresentadores Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert.

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– Fico muito orgulhosa de ter sido convidada. Não sou esportista, como o Emerson e o Flávio Canto, por exemplo, mas como comunicadores, o mínimo que podemos fazer é divulgar o trabalho de atletas incríveis. Quanto mais sabemos as dificuldades, mais admiração tenho – disse Fernanda Lima.

Durante o evento, os embaixadores se juntaram a algumas das grandes atrações do esporte paralímpico na atualidade: os velocistas Yohansson Nascimento e Terezinha Guilhermina, esta com o seu guia Guilherme Santana, e Rosinha, medalhista de ouro em Sydney (2000) no lançamento de disco e no arremesso de peso. O convite para o posto foi feito pelo CPB, que priorizou personagens que tenham alguma ligação com o movimento paralímpico.

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– Estou muito feliz de saber que vocês estão levando essa bandeira do esporte paralímpico, ajudando a divulgar. Vocês vão poder bater no peito e falar que nos representam – afirmou Yohansson.

O evento também contou com a presença do Secretário de Coordenação de Governo do município do Rio de Janeiro, Pedro Paulo Carvalho. Ele substituiu o prefeito Eduardo Paes, que está de férias, e destacou a importância dos embaixadores.

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– Muita gente não sabe que nós somos potência paralímpica. Acredito que trazer embaixadores com expressão, comunicadores, como a Fernanda Lima e o Hilbert, atletas como Fittipaldi e Flávio Canto, que todos admiramos, é um estímulo para que esses paratletas continuem sendo exemplos para pessoas com deficiências – afirmou Pedro Paulo.

Em 2015, Romário foi relator do projeto que criou a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Já Fittipaldi foi chamado por integrar o conselho do Jackson Memorial Hospital, em Miami (EUA), conceituado centro de pesquisa para a cura da paralisia e de lesões medulares. Flávio Canto se destaca por sua atuação em projetos de inclusão social. Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert se aproximaram do tema após terem apresentado o Prêmio Paralímpicos de 2014. 

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O próximo desafio do esporte paralímpico brasileiro será os Jogos Para-Panamericanos, entre 7 e 15 de agosto, em Toronto (CAN). Uma parte da delegação viaja neste domingo para a cidade. A meta do CPB é de que o Brasil seja o primeiro colocado no quadro de medalhas.

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