Conversas estagnadas fazem Grêmio já pensar em alternativa para lateral

O negócio entre o Grêmio e Pará está estagnado. Sem a resposta oficial do Santos sobre o lateral, o clube gaúcho já busca no mercado uma alternativa para a posição. Além de poder perder o titular, perderá o reserva Edilson, que tem contrato finalizando.

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A intenção sempre foi renovar o contrato de Pará. A proposta de R$ 600 mil não agradou aos paulistas, que já a negaram, embora o diretor executivo Rui Costa afirme que o Grêmio não tenha recebido esta posição. Além disto, o lateral fica livre para assinar pré-contrato em março.

- Nós ainda estamos esperando o Santos. Mais difícil não digo, mas temos que ter um limite. É um jogador que fica livre em março pelo tempo de contrato - disse o diretor executivo Rui Costa.

A dificuldade com relação ao assunto se mantém. O lateral está em férias e pouco opina sobre seu futuro, apesar de ter a vontade de continuar em Porto Alegre. A intenção é de convencer o Santos a liberá-lo por menos dinheiro envolvido.

O contrato de Edilson vai até o final de fevereiro. Ele poderá ser o escolhido para exercer a função de Pará, no início do ano. O problema é justamente o final do vínculo. Sobra apenas Tony para a função, já que Gabriel está fora dos planos de Luxemburgo para a próxima temporada.

O Grêmio está quase fechado com Dida, ex-Portuguesa. Poucos detalhes separam o goleiro da equipe gaúcha. Os primeiros reforços apresentados foram Willian José e Alex Telles.

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