Um ano depois, João Fonseca retorna ao palco da maior vitória
No Australian Open de 2025, carioca estreou com vitória sobre top 10

Mais do que uma vaga à segunda rodada, o triunfo, por 7/6, 6/3 e 7/6, sobre o adversário russo (vídeo abaixo) foi um baita cartão de visitas do prodígio brasileiro na temporada passada. O duelo também foi escolhido, pelo site da ATP, como a segunda maior zebra de 2025.
João Fonseca, que, desta vez, tem pela frente o americano Eliot Spizzirri (89º) na primeira rodada, era apenas o 112º do mundo em janeiro de 2025. Isso porque o carioca chegara a Melbourne embalado pelo título do Challenger de Canberra, também na Austrália, que lhe rendeu um salto de 33 posições no ranking mundial.
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Rival impediu estreia de João Fonseca
Até hoje, o brasileiro e Spizzirri só se enfrentaram uma vez. E a derrota para o americano, na terceira e última rodada do qualifying do US Open de 2024, impediu que o jovem carioca (então o 162º do mundo) fizesse, naquela semana, sua estreia em Grand Slam como profissional.
Há um ano, o pupilo do técnico Guilherme Teixeira precisou jogar o classificatório do primeiro Grand Slam da temporada, o primeiro após o tropeço diante de Spizzirri. E, antes de derrotar Rublev, o brasileiro passou pelos argentinos Federico Gomez e Thiago Tirante, além de Coleman Wong, de Hong Kong.
Além do triunfo sobre Rublev, João Fonseca venceu as outras três estreias de Slams por 3 sets a 0, todas em 2025. Em Roland Garros, a vítima inicial foi o polonês Hubert Hurkacz (28º), em Wimbledon, o anfitrião Jacob Fearnley (51º) e, no US Open, o sérvio Miomir Kecmanovic (42º). Sua melhor campanha foi em Paris e em Londres, onde alcançou a terceira rodada. Na grama britânica, aliás, o jovem carioca foi o primeiro do país desde 2010 a vencer duas partidas. O último havia sido o paulista Thomaz Bellucci.
Hoje, o número 1 do Brasil é o 32º melhor tenista do mundo e joga, pela primeira vez, um Slam como cabeça de chave. Situação bem diferente da de 2025.


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