WTorre aposta em mudança de estilo musical de shows no estádio do Palmeiras
Arena que recebia mais shows de rock, agora abre mais espaço para outros gêneros musicais, como o reggaeton

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Quatro meses depois de assinar com o Nubank e dois meses após a oficialização do novo nome, Nubank Parque, a WTorre agora tem uma nova missão na arena do Palmeiras: fazer com que o nome Allianz Parque fique para trás e o atual seja a referência não somente dos torcedores alviverdes, mas também para quem vai até o local para acompanhar os shows.
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Para isso, além das inúmeras placas distribuídas pela arena palmeirense com o nome no local, escolhido por meio de votação na internet, a WTorre, construtora e parceira comercial, também aproveitará o grande fluxo de shows que ainda acontecerão neste ano para "popularizar" o Nubank Parque.
Essa tática foi explicada pelo vice-presidente da construtora, Marcelo Frazão, em tour realizado nas dependências da arena na tarde desta sexta-feira (7), dia em que aconteceu um evento chamado "Copa Patrocínio", uma integração entre marcas patrocinadoras, e que a reportagem do Lance! acompanhou. Para o executivo, o fato de a arena receber shows de diversos estilos musicais ajuda para que todos os públicos aceitem o novo nome.
Em 2025, foram realizados 20 shows no então Allianz Parque. Até o final de 2026, o número vai quase dobrar, já que a temporada está prevista para terminar com 36 apresentações. Até o momento, 17 shows aconteceram, e ainda restam 19, sendo o último no dia 19 de dezembro.
Se no ano passado a maioria foi no estilo rock, neste ano houve uma maior diversificação, com shows de reggaeton, quando o fenômeno porto-riquenho Bad Bunny se apresentou em dois dias de casa lotada, em fevereiro, e também apresentações de samba, rock, pop e até shows da Xuxa.
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Segundo Frazão, a Rainha dos Baixinhos foi importante nesta mudança, já que, em sua apresentação, não deixou de citar o novo nome da arena.
Inaugurado em novembro de 2014, na época, a WTorre fechou acordo de naming rights com a Allianz, parceria que durou por 12 anos. O contrato teria mais oito anos de duração, com valores anuais de cerca de R$ 26 milhões, mas, neste ano, a empresa entendeu que o faturamento estava defasado e optou por encerrar a parceria e acertar com o banco digital Nubank.
Os valores não foram divulgados, mas estima-se que o novo parceiro vai desembolsar R$ 51 milhões por ano, o que renderá o dobro da parceria anterior. A partir de 2045, a gestão e controle da arena passam a ser exclusivamente do Palmeiras.


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