Direção do Internacional não cogita troca no comando

Má fase não afeta confiança dos cartolas no trabalho do técnico Roger Machado

PorRoberto JardimPorto Alegre (RS)
13/05/2025 12:05

Supervisionado porRoberto Jardim,
Roger Machado cabisbaixo antes do jogo do Internacional contra o Botafogo. (Foto: Jorge Rodrigues/AGIF)
Roger Machado cabisbaixo antes do jogo do Internacional contra o Botafogo. (Foto: Jorge Rodrigues/AGIF)

Os bastidores são claros. Não existe a possibilidade de uma troca no comando do futebol do Internacional. Internamente, os dirigentes sequer cogitam a ideia, nem mesmo em caso de novo tropeço na Libertadores, quinta-feira (15), contra o Nacional-URU, em Montevidéu, que colocaria a classificação às oitavas de final a perigo. Muito pelo contrário, o trabalho é para diminuir a crise e dar segurança ao técnico Roger Machado.

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A ideia é dar as ferramentas para que o treinador busque as soluções de que o time precisa para recuperar-se da má fase pela qual passa – são três derrotas consecutiva, com 11 gols contra e apenas três a favor.

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Operação de apoio começou no Rio

E a operação de apoio a Roger Machado e seus comandados começou ainda no Rio de Janeiro, logo depois da goleada de 4 a 0 aplicada pelo Botafogo, no Engenhão, na noite de domingo (11). Após a derrota, o vice-presidente de futebol pediu para conceder entrevista, algo que não é usual – normalmente, acontece quando há reclamação contra a arbitragem.

Confrontado com o momento vivido pela equipe e pelo resultado do jogo válido pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro, José Olavo Bisol garantiu que os dirigentes estão atentos, mas reforçou a continuidade do trabalho.

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– Esse mesmo grupo e a comissão técnica já mostraram capacidade de se reinventar em momentos difíceis. Agora, vamos fazer o jogo da nossa vida e precisamos dar uma resposta – disse, para complementar:

– Falar em uma saída [de Roger Machado] agora é absurdo.

Assim como o próprio treinador, Bisol citou o calendário com jogos a cada três dias e as longas viagens – de 29 de abril até a volta a Porto Alegre, foram 38 mil km no ar. Por isso, o treinador, que há um mês assinou a prorrogação até o fim de 2026, conta com a confiança dos dirigentes e do grupo de jogadores para comandar uma reação equipe.

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José Olavo Bisol
Bisol acha que falar em saída de Roger "é absurdo" (Foto: Ricardo Duarte/SC Internacional)
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