Após goleada, Roger se diz tão indignado e frustrado quanto a torcida do Internacional

Colorado chegou à terceira derrota consecutiva ao levar 4 a 0 do Botafogo

PorNícolas WagnerPorto Alegre (RS)
11/05/2025 23:16
Roger Machado cabisbaixo antes do jogo do Internacional contra o Botafogo. (Foto: Jorge Rodrigues/AGIF)
Roger Machado cabisbaixo antes do jogo do Internacional contra o Botafogo. (Foto: Jorge Rodrigues/AGIF)

Em jogo no qual Roger Machado optou por preservar seus principais jogadores, de olho no confronto com o Nacional, na próxima quinta-feira (15), no Uruguai, pela Libertadores, o Internacional foi goleado por 4 a 0 pelo Botafogo, na noite deste domingo (11), no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. Em sua entrevista coletiva após o jogo, o treinador manifestou inconformidade com o resultado.

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— Imagino o sentimento de indignação do torcedor. Deve ser tanto quanto o meu. A frustração da gente não ter sido capaz durante quase todo tempo do jogo. [...] A opção por preservar jogadores importantes para o jogo de quinta-feira é porque o principal objetivo neste momento é a Libertadores no meio da semana, e esse jogo importante, decisivo. O que não queríamos era ter contaminado essa decisão com o resultado frustrante, a goleada fora de casa que certamente indigna a todos — lamentou Roger.

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Time de Roger levou 11 gols nos últimos três jogos

A entrevista coletiva foi marcada por questionamentos duros ao treinador. Não só por conta da goleada sofrida para o Botafogo, mas pela sequência do Inter, que chegou à terceira derrota consecutiva, e levou 11 gols nessas três partidas. Antes do Fogão, o Colorado havia perdido por 4 a 2 para o Corinthians, pelo Brasileirão, e por 3 a 1 para o Atlético Nacional, pela Libertadores.

Cuiabano e Alex Telles comemoram gol do Botafogo sobre o Internacional. (Foto: Jorge Rodrigues/AGIF)
Jogadores do Botafogo comemoram gol sobre o Internacional. (Foto: Jorge Rodrigues/AGIF)

— Essas instabilidades coletivas apresentadas, que são inerentes às grandes equipes que ganham, no ano anterior, direito de participar de todas competições, acabam nos pegando principalmente neste momento de jogos muito decisivos. [...] Nós estamos decepcionados, sobretudo nesses últimos jogos. Se não estávamos criando muito, não sofríamos tanto. E agora a gente passou a sofrer defensivamente. Isso que me faz buscar essas alternativas para que a gente tenha um equilíbrio maior — concluiu Roger.

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