Chelsea define Stamford Bridge como casa do time feminino para a temporada 2026/27
Clube inglês levará todos os jogos da equipe na Women's Super League para o estádio

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O Chelsea anunciou nesta quarta-feira (22) que passará a mandar todos os jogos da Women's Super League em Stamford Bridge a partir da temporada 2026/27, deixando o Kingsmeadow, que será destinado às partidas das categorias de base do clube.
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O elenco escreveu uma carta aberta aos torcedores após o anúncio:
Este momento não é apenas nosso. É de todas as jogadoras que já vestiram a camisa do Chelsea. É de todas as pessoas que ajudaram a impulsionar o futebol feminino. É de cada torcedor que esteve conosco nessa trajetória.
Houve desafios ao longo do caminho para fazer o esporte crescer, incentivar a participação e ampliar a visibilidade. Nem sempre foi fácil, mas quando se representa este clube, não se desiste. É preciso ir além, insistir mais e derrubar barreiras. Deixar Kingsmeadow após nove anos traz sentimentos mistos.
Foi ali que muitas jogadoras construíram suas histórias. De Kaz Carney, Ji So-yun, Fran Kirby e Magda Eriksson, até as conquistas e marcos alcançados sob o comando de Emma Hayes. Bases que seguem sendo desenvolvidas por Sonia Bompastor, incluindo a temporada passada, quando o time conquistou um triplo título nacional invicto.
Foram muitos momentos dentro e fora de campo ao lado de familiares, amigos e torcedores. Houve títulos importantes, despedidas emocionantes e lembranças marcantes.
Em 2021, durante a pandemia, após a conquista da liga, torcedores se reuniram do lado de fora de Kingsmeadow para celebrar com a equipe. Foi especial. Agora, assim como aconteceu em mudanças anteriores, um novo ciclo começa, e Stamford Bridge passa a ser o palco dessa equipe.
O estádio já foi cenário de momentos importantes, como o gol de Beth England contra o Tottenham em 2019, o pênalti de Maren Mjelde contra o Lyon, os hat-tricks seguidos de Lauren James, a vitória sobre o Manchester City na Champions League e a conquista da Women's Super League.
A ideia é ampliar essa lista nos próximos anos, com a presença dos torcedores em cada etapa.
A conexão com a torcida é valorizada. O apoio foi fundamental em momentos difíceis, como contra o Barcelona, e também ao longo da temporada, independentemente dos resultados.
Esse apoio inspira o elenco, que busca retribuir dentro de campo e fortalecer ainda mais sua base de fãs.
Trata-se de um novo capítulo, mas com os mesmos objetivos: vencer, conquistar títulos e seguir construindo história.
O futebol feminino já era disputado em Stamford Bridge desde 1920. Décadas depois, o surgimento do Chelsea Ladies e sua reestruturação em 1992 colocaram o clube no caminho atual.
Agora, olhando para frente, o elenco reforça o compromisso de seguir construindo novas conquistas e memórias ao lado dos torcedores em sua nova casa.
Chelsea FC Women will play all Barclays Women's Super League fixtures at Stamford Bridge from the 2026/27 season.
— Chelsea FC Women (@ChelseaFCW) April 22, 2026
Never Done.
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História do time feminino do Chelsea
O Chelsea foi fundado em 1992 por iniciativa de torcedores e passou a ser integrado oficialmente ao clube em 2004. Na temporada 2004/05, conquistou o acesso à primeira divisão do futebol inglês feminino. Entre 2005 e 2010, disputou a FA Women's Premier League National Division, mantendo-se na elite após campanhas de permanência e mudanças de comissão técnica.
Em 2011, o Chelsea foi um dos oito clubes fundadores da Women's Super League. Em 2012, contratou a técnica Emma Hayes, e em 2015 passou a operar com elenco profissional em tempo integral. No mesmo ano, conquistou a FA Women's Cup e o título da liga, repetindo a dobradinha na temporada 2017/18. O clube também alcançou sua primeira final de Liga dos Campeões em 2021.
Entre 2019/20 e 2023/24, venceu múltiplos títulos da WSL, incluindo sequências consecutivas. Em 2024, houve mudança de comando técnico, com a chegada de Sonia Bompastor após a saída de Hayes, e desde então a equipe tem acumulado boas campanhas na Champions League e na Liga Inglesa.
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