Campeão olímpico, Tande lamenta morte de Oscar Schmidt: 'Era como irmão'
Ex-jogador sofreu uma parada cardiorrespiratória

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O esporte brasileiro ficou de luto nesta sexta-feira (17) com a morte de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial. Aos 68 anos, o ex-jogador não resistiu após sofrer uma parada cardiorrespiratória, minutos depois de dar entrada no Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA), em Santana do Parnaíba, em São Paulo.
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Conhecido como "Mão Santa", Oscar construiu uma carreira lendária, marcada por recordes, atuações históricas e uma identificação profunda com a Seleção Brasileira. Ídolo dentro e fora das quadras, ele deixa uma legião de fãs e um legado que ultrapassa gerações.
A repercussão da morte foi imediata, mobilizando atletas e personalidades do esporte. Campeão olímpico com a Seleção Brasileira de vôlei nos Jogos de Barcelona-1992, Tande lamentou profundamente a perda e destacou a grandeza de Oscar para o esporte nacional.

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— A gente perde um dos gigantes do nosso esporte, do patamar de Pelé e Ayrton Senna. Para mim, ele era como um irmão. Um cara espetacular, autêntico, alto astral, e que amava defender a seleção, a ponto de recusar a NBA para continuar jogando pelo Brasil — afirmou.
Tande também relembrou o reconhecimento internacional de Oscar, que foi reverenciado em diferentes países e admirado por grandes nomes da NBA, como Kobe Bryant.
— Vi o Oscar ser ovacionado na Itália e nos Estados Unidos, onde era respeitado por astros da NBA. Além disso, era um palestrante incrível, usando histórias da sua carreira como exemplos de dedicação, resiliência e perfeccionismo — completou.
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O ex-jogador de vôlei ainda mencionou a luta de Oscar contra o câncer, um glioblastoma multiforme, e destacou os últimos momentos mais reservados ao lado da esposa, Maria Cristina.
— Acompanhei a luta dele contra o câncer. Nos últimos tempos, estava mais recluso com a esposa. O Oscar é daqueles atletas que foi maior do que o próprio esporte no Brasil. Merecia muito uma medalha olímpica — disse.
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Maior pontuador da história do basquete, Oscar Schmidt marcou época com sua habilidade, precisão nos arremessos e espírito competitivo. Mesmo sem conquistar uma medalha olímpica, tornou-se símbolo de dedicação à camisa da Seleção Brasileira, recusando oportunidades na NBA para seguir representando o país.
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