Seis motivos para acreditar na vitória de João Fonseca sobre Djokovic
Carioca, de 19 anos, desafia o ex-líder do ranking na sexta-feira, em Roland Garros

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João Fonseca já disse, em algumas entrevistas coletivas, que gosta de jogos grandes. Mesmo porque entra solto, sem pressão e com o objetivo de desfrutar. Pois, nesta sexta-feira, o número 1 do Brasil e 30º do mundo, de 19 anos, terá uma partida enorme pela frente. Afinal, enfrentará, muito provavelmente na Philippe Chatrier, a quadra central de Roland Garros, ninguém menos do que o favorito sérvio Novak Djokovic, de 39 anos, recordista de títulos (24) em torneios desse nível, com 404 vitórias em 460 jogos.
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Abaixo, seis motivos para a torcida brasileira acreditr que o melhor tenista do país poderá desbancar o temido rival:
Longe do auge. Aos 39 anos, o sérvio está mais para o fim da carreira do que para seus inúmeros dias de glória. Por exemplo, o 24º e mais recente Grand Slam foi conquistado em setembro de 2023, no US Open.
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Apenas três jogos no saibro no ano. Antes de vencer suas duas partidas em Paris, o sérvio havia perdido o único duelo nesse piso em 2026: para o croata Dino Prizmic, o mesmo que levou a virada de João Fonseca na segunda rodada em Roland Garros. João Fonseca, por sua vez, tem oito vitórias em 14 partidas na superfície na temporada.
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Impor uma rara queda em Slams. Nos últimos oito Slams, o sérvio alcançou, no mínimo, as quartas de final em torneios desse nível (incluindo cinco semis, duas finais e uma quartas). A última vez que o ex-número 1 do mundo caiu na terceira rodada foi no US Open de 2024.

Queda mais precoce desde 2009. A última vez que Djokovic venceu apenas dois jogos em Paris foi na distante edição de 17 anos atrás. De lá pra cá, foram três títulos (em 2016, 2021 e 2023), cinco quartas, quatro semis e quatro vices.
João Fonseca busca a maior vitória da carreira
Cereja do bolo. Após a maior virada da carreira, a única depois de estar perdendo por 2 sets a 0, contra Prizmic, conquistar a mais importante vitória como profissional deve ser uma motivação extra para o jovem carioca. Até hoje, em sete jogos, o único triunfo do pupilo do técnico Guilherme Teixeira sobre um top 10 foi diante do russo Andrey Rublev (9º), na estreia do Australian Open de 2025.
Alcançar a melhor campanha em Slams. Caso derrote o favorito russo, o número 1 do Brasil atingirá, pela primeira vez, as oitavas de um torneio desse nível. Até aqui, seu maior feito foi ter chegado à terceira rodada de Roland Garros e de Wimbledon, ano passado.
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