Mini-craques do Futuro: Guto Miguel no caminho para brilhar entre os profissionais
Aos 16 anos, goiano conquistou, em 2025, o maior título da carreira

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Aos 16 anos, Luis Guto Miguel vive a desafiadora fase de passar de juvenil para a carreira profissional. E a seção Mini-craques do Futuro de hoje conta a alguns feitos desse prodígio do tênis brasileiro, que nasceu em Goiânia e treina em Brasília.
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No final de novembro, o brasileiro conquistou o maior título da carreira até aqui, o ITF J500 de Mérida, no México. Entre os torneios juvenis, esse nível só está abaixo dos Grand Slams.
Há 10 anos que nenhum juvenil brasileiro conquistava um J500. O último foi o gaúcho Orlando Luz, ex-número 1 do mundo da categoria, que, em maio de 2015, triunfou no J500 de Milão.
No circuito juvenil, outro ponto alto de Guto, em 2025, foi ter chegado às semifinais do US Open, um dos quatro Grand Slams, em setembro. Integrante do Time Rede Tênis, o atleta treina em Brasília com os técnicos Santos Dumont e Kike Grangeiro. No Grand Slam americano, o brasileiro venceu o alemão Niels McDonald, os anfitriões Simon Caldwell e Jack Kennedy e o britânico Oliver Bonding, antes da derrota para o búlgaro Alexander Vasilev, quinto favorito. O brasileiro chegara a Nova Iorque embalado pelo título do ITF J300 de Repentigny, no Canadá. E ótima campanha no torneio americano lhe rendeu um salto do 19º ao 13º lugar no ranking mundial juvenil.
Atualmente, o jovem brasileiro, de muita personalidade, carisma e potência nos golpes, entre outras virtudes, é o nono do mundo da categoria. E, em outubro, esteve muito perto de vencer sua primeira partida em um Challenger. No Sauípe Open, na Bahia, o segundo maior torneio do país, o pupilo de Santos Dumont e de Kike Grangeiro chegou a sacar em 5/3 no segundo set contra o experiente argentino Andrea Collarini, de 33 anos e 242 do mundo, mas acabou levando a virada, por 6/7, 7/5 e 6/2.
Guto foi campeão nas duplas no Sauípe
Guto Miguel (então o 1734 do ranking mundial profissional) jogou o torneio na Costa do Sauípe graças a um convite da organização e fez a festa da torcida ao se sagrar campeão nas duplas. Ao lado do compatriota Eduardo Ribeiro, ele derrotou, na final, o mexicano Miguel Reyes-Varela e o equatoriano Gonzalo Escobar, por 7/6(4) 4/6 10/5.
Hoje, o jovem goiano é o 1587º do ranking mundial, mas com potencial para subir cada vez mais.

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