Rio Open reúne imprensa e realiza torneio entre jornalistas no saibro carioca
Integrantes da cobertura midiática puseram à prova habilidades com a bolinha verde

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"No ar-condicionado é fácil, quero ver na quadra". Esta é uma frase clássica que sempre é ouvida por analistas e comentaristas de tênis. E nesta quinta-feira (19), as vítimas da máxima tiveram que deixar o frescor de cabines e salas para trás e provar seu valor no saibro do Jockey Club Brasileiro, durante o torneio da imprensa realizado em meio ao Rio Open 2026.
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Mais de 40 jornalistas, entre brasileiros e estrangeiros, tiveram a oportunidade de mostrar a qualidade com uma raquete e não com microfones ou computadores em posse, como lhes é peculiar. A disputa, realizada em duplas definidas através de sorteio, passou pela divisão em três níveis: Iniciante, Intermediário e Avançado. As partidas tinham duração de um set, nas mesmas regras das duplas do aberto do Rio de Janeiro.
O torneio leva o nome de Victorino Chermont, jornalista falecido no acidente que vitimou 71 pessoas e envolveu parte do elenco da Chapecoense, antes da final da Copa Sul-Americana de 2016. Victorino era fã de tênis e presença costumeira nas disputas da imprensa no saibro brasileiro antes da tragédia.
- A emoção de todos vocês, para nós, e a recordação do nosso filho é algo extremamente importante. Mesmo já tendo passado alguns anos, aqui é lembrado do esporte que ele gostava, dos amigos pelos quais ele prezava. Eu sei que, onde ele estiver, está se sentindo lembrado e feliz por ver essa iniciativa se repetir a cada ano. Muito obrigado! - declarou o pai de Victorino, que também leva seu nome.
🎾 Lance! é representado em decisão no Rio Open
Repórter de tênis no Lance!, Gustavo Loio foi um dos destaques do torneio. Com quatro títulos acumulados, o carioca buscava o penta e tinha Gustavo Werneck, do NitTênis, como parceiro, mas amargou o vice na decisão diante de Pedro Fonseca e o argentino "Peque", comparado, em tom de brincadeira pelos demais jornalistas, a Diego Schwartzman pela estatura e velocidade em quadra.
- É sempre uma honra participar, jogar esse esporte maravilhoso que é o tênis e ainda interagir com colegas de profissão. Eu e minha dupla, meu xará Gustavo Werneck, fizemos quatro ótimos jogos, salvamos dois match-points nas quartas de final, viramos de 0/4 a semifinal e perdemos por 6/4 a decisão.Valeu demais. Ganhar troféu é sempre muito bom, claro, mas o melhor é o ambiente - declarou Loio.

Felipe Mussa, repórter do "Ge", foi um dos campeões do nível Avançado, ao lado de Deco Pires. Após a partida, conversou com a equipe do Lance! e celebrou o triunfo.
- Foi um torneio muito legal, é sensacional a gente estar jogando com a galera. Jogo o torneio da imprensa desde o primeiro ano, em 2014, e é bom demais. Dei sorte na dupla, peguei uma dupla que sabia volear muito bem, que era o Deco, e joguei no fundo. Só passei e deixei ele brilhar na frente - brincou Mussa.

1️⃣ Iniciantes também passam por experiência no Rio Open
O torneio, porém, não integra unicamente os "atletas do jornalismo". Além da integração em meio a uma semana tão corrida e tensa como a que se sucede no Jockey, periodistas de pouca ou zero experiência se inscreveram e sentiram pela primeira vez o peso da bolinha verde, como Lucas Borges, narrador do Lance!.
- Acompanho o tênis de forma assídua desde que era muito jovem por influência da família, mas nunca imaginei ter essa oportunidade. E para ser sincero, achava que seria muito mais fácil do que realmente é. Cometi um ledo engano (risos). Mas estou feliz. Jamais com o desempenho, mas sim com a experiência de estar correndo no mesmo saibro que atletas renomados treinam e jogam diariamente nesse período. É sensacional - declarou.
Entre as experiências distintas dentro do torneio, a manhã do sexto dia de Rio Open foi de aproximação e clima positivo entre a imprensa. Mas entre entusiastas e divergentes da corrente, as aparências não parecem nos enganar: no ar-condicionado há mais facilidade.
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