Análise: Alcaraz fechou as portas para João Fonseca nos momentos decisivos
Espanhol salvou os três breaks e fez mais winners que o brasileiro

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Com 17 vitórias e apenas uma derrotas em 2026, Carlos Alcaraz costuma ganhar os jogos com facilidade. Mas, nesta sexta, contra João Fonseca, na segunda rodada do Masters 1000 de Miami, o número 1 do mundo foi exigido e venceu, principalmente, por ter sido mais eficiente em momentos cruciais. O espanhol, por exemplo, salvou todos os três breaks que o adversário teve.
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O número 1 do Brasil e 39 do mundo, por sua vez, salvou três das cinco chances que o espanhol se deparou para levar a melhor no serviço do rival. Mas os dois breaks convertidos por Alcaraz, ambos no início das parciais, foram suficientes para o líder do ranking administrar a vantagem e selar a vitória. O primeiro deles foi com um winner (jogada indefensável) de devolução de saque (vídeo abaixo).
A superioridade do espanhol na partida também pode ser confirmada no número de winners: 27 a 13. Isso significa que o número 1 do mundo foi mais agressivo, dominou a maior parte dos pontos. Já nos erros não-forçados, houve um equilíbrio: 23 a 20 para Alcaraz.
Embora nem sempre seja potente, o saque do líder do ranking costuma ter variação, o que dificulta as devoluções. E Alcaraz venceu 80% das jogadas em que acertou o primeiro serviço (contra 67% do brasileiro).
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João Fonseca tira lições das derrotas
Na semana passada, também em confronto inédito, João Fonseca perdeu em dois tiebreaks para o italiano Jannik Sinner, vice-líder do ranking:
- Sei que o nível pode estar até próximo, mas temos que buscar mais a constância, tem muita coisa para trabalhar. Eu acho que com certeza me motiva mais a querer voltar para o Rio, voltar para a quadra e treinar nas coisas que eu errei. Enfim, a devolução do segundo saque, que eu vou sempre pensando nela. Será que eu poderia ter enfrentado mais, feito alguma coisa diferente no segundo set? São coisas que a gente tem que trabalhar, repetição atrás de repetição, e até deixar constante. Acho que esses caras não dão bola de graça, eles acertam todas as evoluções, fazem os adversários jogarem todas os pontos, bolas difíceis eles voltam. Então, acho que ter essa constância, buscar essa constância nos treinos vai me ajudar a ter mais confiança durante essa carreira. Então, eu acho que eu saio desses dois jogos feliz e com a cabeça erguida para seguir trabalhando e seguir evoluindo.
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