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'Zum zum zum' sobre racha gera mal-estar, e elenco defende Marcelo

Zé Roberto, na preleção antes do jogo contra o River Plate (URU) reuniu o elenco para afirmar que todos estavam fechados com o treinador, criticado pela falta de resultados

PorLance!São Paulo (SP)
17/02/2016 21:23
Atualizado em 18/02/2016 08:10

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HOME - Palmeiras x Linense - Campeonato Paulista - Marcelo Oliveira (Foto: Daniel Vorley/AGIF/LANCE!Press)
Marcelo Oliveira recebeu o apoio de seus jogadores após o empate (Foto: Daniel Vorley/AGIF/LANCE!Press)

Após o empate com o River Plate (URU), na terça, o discurso dos jogadores do Palmeiras foi praticamente unânime em defesa do criticado Marcelo Oliveira. Esta foi a postura adotada para rebater os boatos que chegaram no vestiário de que o elenco estava rachado e tendo problemas com o treinador.

A resposta mais veemente foi de Fernando Prass, ainda no Uruguai. Segundo o goleiro, todos respeitam e gostam do técnico. Por isso o "zum zum zum" de que a relação entre atletas e comissão técnica estava estremecida foi assunto na concentração e motivo de incômodo no grupo.

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– Não gosto quando as pessoas começam com maldade, zum zum zum, coisas absurdas que não quero nem falar. Boatos que a gente dentro do grupo ficou espantado com a criatividade. Obviamente problemas e discussões existem em todas as equipes – resumiu o camisa 1.

Neste início de ano, o Verdão teve, de fato, exemplos de insatisfações. Rafael Marques, por exemplo, ficou incomodado ao ser substituído por Erik no jogo de sábado, contra o Linense, e Robinho nem quis dar entrevista no campo após o 2 a 2 com o River – segundo o meia, que ficou no banco, a irritação neste caso se deu pelo tropeço, não pela reserva.

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Ainda assim, os atletas reforçam que estes casos não atrapalham o ambiente na Academia de Futebol. Na preleção antes da estreia na Libertadores, Zé Roberto avisou que o elenco apoia o técnico.

– Todo mundo gosta dele (Marcelo Oliveira). Antes do jogo, o Zé falou que todo mundo está fechado com ele. Nós, jogadores, temos que dar um pouquinho mais, porque a responsabilidade é nossa dentro de campo – afirmou Thiago Santos, na chegada ao Brasil, ontem.

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Apesar do discurso de apoio, Marcelo Oliveira vem sofrendo com as cornetas neste início de ano graças ao futebol abaixo do esperado do Palmeiras. A situação não é inédita. No ano passado, antes da reta final da Copa do Brasil, o segundo turno ruim do Brasileirão fez o comandante ser também questionado.

Os jogadores na ocasião também se "fecharam", e o time terminou a temporada com o título da competição. A diretoria, também, não pensa em uma demissão imediata do treinador. Os resultados, contudo, precisam aparecer – já são quatro partidas sem vitórias. Na terça, o placar não foi o esperado, mas o vestiário está blindado para, independentemente de qualquer rusga no dia a dia, começar a reagir no clássico de sábado contra o Santos.

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