Relembre a despedida de Oscar Schmidt das quadras
Oscar encerrou sua carreira no Flamengo aos 45 anos

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A morte de Oscar Schmidt, aos 68 anos, nesta sexta-feira (17), deixou o esporte brasileiro em luto. O lendário jogador de basquete brasileiro revolucionou como o esporte é visto e jogado no Brasil. Ao longo de sua carreira, ele deixou recordes, conquistas e muitas memórias. O falecimento do Mão Santa reacende momentos de uma carreira histórica, principalmente, de sua despedida das quadras, em maio de 2003.
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A última vez de Oscar Schmidt em quadra
O adeus do "Mão Santa" aconteceu quando ele tinha 45 anos e atuava pelo Flamengo. A despedida foi em Belo Horizonte, em uma partida contra o Minas, encerrando uma trajetória de mais de três décadas no basquete.
Mesmo no último jogo, Oscar manteve uma característica que o acompanhou por toda a carreira: o protagonismo. Ainda competitivo, foi um dos destaques do confronto. O Mão Santa anotou 32 pontos e, pela última vez, foi o cestinha de uma partida, mostrando que, mesmo a beira da aposentadoria, continuava sendo inevitável dentro de quadra.
O resultado do jogo acabou ficando em segundo plano. O momento era de celebração e reconhecimento de um atleta que se despedia após uma carreira gigantesca, construída com quase 50 mil pontos marcados e participações em cinco Olimpíadas.
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Despedida de um ícone
A aposentadoria marcou o fim de um ciclo não só para Oscar, mas para o basquete brasileiro. Ídolo do Flamengo nos anos finais da carreira, ele deixou as quadras como o maior pontuador da história do esporte. Marca que só foi ultrapassada recentemente por LeBron James.
Sua saída foi carregada de emoção e simbolismo. O final de sua carreira representou o adeus de uma geração, que ajudou a colocar o Brasil entre as potências do basquete mundial.

Legado eterno
Oscar Schmidt não foi apenas um grande jogador, foi um fenômeno. Dono de um estilo único e de uma capacidade impressionante de pontuar, ele transformou o basquete brasileiro e se tornou referência global.
Hoje, com sua morte, a lembrança daquele último jogo ganha ainda mais peso: foi ali que o "Mão Santa" deu seus arremessos finais, encerrando uma trajetória que segue viva na memória do esporte.
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