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Hortência desabafa no adeus a Oscar: 'Para mim, o ídolo é eterno, mas infelizmente ele não é'

A estrela do basquete feminino se despediu de seu colega exaltando sua trajetória

Rio de Janeiro (RJ)
Supervisionado porThiago Fernandes,
Dia 18/04/2026
14:44

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O falecimento de Oscar Schmidt na última sexta-feira (17) deixou o esporte brasileiro em luto e motivou uma homenagem emocionada daquela que dividiu o estrelato das quadras com o ídolo. Ao reverenciar o legado e a longa amizade com o "Mão Santa", a "Rainha" do basquete brasileiro, Hortência, confessou o choque da perda de quem, para os fãs, parecia imortal.

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— Eu sinto muito, porque para mim, o ídolo, ele é eterno, mas infelizmente ele não é. Tenho muito orgulho de ter sido sua amiga. Vai com Deus, Oscar, você deixa um legado muito importante para nós, brasileiros.

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Carreira de Oscar Schmidt

Segundo maior pontuador da história do basquete mundial, o potiguar Oscar Schmidt acumulou 49.973 pontos em jogos oficiais durante seus 29 anos de carreira. Sua soberania é ratificada pelo recorde absoluto em Jogos Olímpicos, onde somou 1.093 pontos ao longo de cinco edições consecutivas. Entre suas exibições mais memoráveis, destacam-se os 55 pontos cravados contra a Espanha em Seul 1988, a maior marca registrada em uma única partida do torneio até hoje.

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Pela Seleção Brasileira, o "Mão Santa" protagonizou o histórico ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987. Sob sua liderança, o Brasil superou os Estados Unidos por 120 a 115, impondo aos norte-americanos sua primeira derrota doméstica na história da competição. Com uma trajetória que rendeu ainda o bronze no Mundial de 1978, Oscar encerrou seu ciclo nacional em 1996, registrando 7.693 pontos em 326 confrontos oficiais.

As lembranças da final histórica do basquete masculino do Pan-Americano de Indianápolis-1987 jamais serão apagadas da memória dos brasileiros. Sob o comando de Oscar Schmidt, a seleção derrotou os EUA dentro da casa dos norte-americanos pela primeira vez em toda a história da modalidade. 
Seleção Brasileira masculina comemora a vitória sobre os EUA no Pan de 1987 (Foto: Arquivo CBB)

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