Ala do Mogi, Shamell grita "Vai, Corinthians" e arranca risadas em coletiva do Jogo das Estrelas do NBB
Ao brincar entre as diferenças entre a cultura do Brasil e a dos Estados Unidos, ala afirma que está tão ambientado ao país que sabe se comunicar com as pessoas por gírias

Americano, Shamell, atleta do Mogi das Cruzes, está jogando basquete no Brasil desde 2004 e arrancou risadas de todos que estavam presentes no evento de apresentação do Jogo das Estrelas do NBB, realizado nesta sexta-feira, no Ginásio Pedrocão, em Franca, palco das festividades.
Ao falar da diferença de cultura entre o Brasil e os Estados Unidos, Shamell comentou que, em solos tupiniquins, os cidadãos possuem o costume de falar com todos na rua, algo que não acontece na América do Norte. Há 15 anos no país, ele afirmou que está tão ambientado aos solos brasileiros que hoje fala com as pessoas com um "Vai, Corinthians!", fazendo alusão ao 'cumprimento' da torcida do Timão. Veja no vídeo abaixo.
Shamell em: A diferença entre os brasileiros e os americanos 😂#CaféComAsEstrelas pic.twitter.com/SPJEUtdBMQ
— NBB CAIXA (@NBB) February 7, 2019
Shamell participou de todos os Jogos das Estrelas realizados até aqui, e ganhou o prêmio de melhor jogador em três oportunidades, sendo o recordista da liga neste quesito. O norte-americano, um dos capitães da equipe do NBB Mundo, destacou a competitividade e o crescimento do evento.
- Para mim, é muito legal. Estou mais ou menos no final de carreira, e é uma alegria, Eu quero mais um (prêmio de melhor jogador), é claro, já falei para eles (os outros atletas da equipe do NBB Mundo) que temos que ganhar. Eu sou muito competitivo, mas é legal, é muito bom quando a gente faz essa troca com a torcida, tiram fotos, conversam, batem palmas. É bacana pra todo mundo - afirmou.
Além dele, estavam Leandrinho, do Minas, e Alex, do Bauru, dois dos maiores ícones do basquete brasileiro, na coletiva. O quarteto foi completado por Didi, atleta de 19 anos, que se destaca na equipe do Franca. Shamell destacou essa diferença de gerações, afirmando que sua missão, mesmo com a idade avançada, é guiar os atletas que estão surgindo na liga para o caminho certo.
- Esse é o nosso trabalho. Eu tenho 38 anos, acordei 8 da manhã, falei com as crianças, depois fui para a academia e treinei. A gente tem que ensinar para os meninos como trabalhar, temos que mostrar o caminho para eles. Fico feliz quando vejo o Didi e o Yago (do Paulistano). Daqui a pouco nossa geração vai acabar, e então eles tem que continuar tocando o basquete. Se eles não fizerem isso, a gente não fez nosso trabalho direito - confessou.

Fórmula 1
Dia dos Pais: Lincoln celebra 'missão cumprida' com Gabriel Bortoleto na F1
Há 2 horas
Mais Esportes
Dia dos Pais: de Bernardinho a Torben, as inspirações das famílias nos esportes
Há 2 horas
Tênis
Fisioterapeuta revela o hobby preferido de João Fonseca
Há 2 horas
Mais Esportes
No Dia dos Pais, Rayssa Leal terá desfalque especial no SLS Rio
Há 3 horas
Lutas
Salkilld supera feito de Charles do Bronx no UFC Vegas 120
Há 3 horas
NBB
Brasil é eliminado pela Argentina e vai brigar pelo bronze no Sul-Americano
Há 9 horasMais LANCE!

Com Lorrane Oliveira, Flamengo soma mais dois ouros no Brasileiro de Ginástica

Definido o horário de João Fonseca x Ben Shelton pelo Masters 1000 de Montreal

No Rio de Janeiro, Malala Yousafzai se arrisca no vôlei de praia

UFC Vegas 120: Gamrot é finalizado por Salkilld, e Brasil vence cinco lutas

Rafael Câmara comenta possível ida à F1: 'Sonho está próximo'

Aos 45 anos, Roger Federer retorna ao US Open para exibição

OPINIÃO: O atletismo inteiro deve pagar?

Infinito para um rei, finito para um humano: LeBron desafia os limites do corpo aos 41

Com LeBron James, novo 76ers terá desafio para dividir protagonismo

Exame aponta overdose acidental como causa da morte de jogador da NBA

João Fonseca mira duelo com Shelton e destaca evolução: 'Me sinto preparado'

Gabriel Medina sofre corte na cabeça antes de etapa da WSL

Futuro de Hamilton na Ferrari afeta Rafael Câmara, segundo Montoya



