Marca nacional Bravour é o novo sucesso entre lutadores brasileiros

Pode-se dizer que o lutador não veste roupa, mas, sim, armadura. Seja kimono, rashguard, bermuda, calça ou short, o material tem que deixar o atleta confortável e até mesmo protegido, na medida do possível.
Apesar da tendência da população em achar que apenas produtos importados possuem qualidade, nomes brasileiros do MMA vêm apostando em uma marca nacional, a Bravour Brazil. É o caso da campeã peso-mosca do Bellator, Juliana Velasquez.
"A qualidade é o que mais chama atenção na Bravour. As peças são muito leves, deixam os movimentos mais soltos e são menos quentes que roupas tradicionais, não pesam no corpo", destaca a lutadora de MMA, que retorna ao cage circular no dia 22 de abril para tentar a segunda defesa consecutiva de cinturão, contra Liz Carmouche.
Terceira colocada do ranking dos pesos-palhas do UFC e cotada para uma disputa de cinturão de sua categoria, Marina Rodriguez também veste Bravour durante os treinamentos para suas lutas no maior palco de MMA do mundo.
"O que vestimos é muito importante para performar melhor e não precisar se preocupar com detalhes que possam atrapalhar no rendimento. As roupas precisam se adequar ao estilo de treinamento. As da Bravour foram as que eu mais me adaptei, elas se encaixam em meu perfil esportivo, por isso uso em todos treinos", exalta.
CEO-fundador da marca, que tem sua sede de Canoas-RS, Etierre Manhago explicou de onde surgiu a ideia de investir em materiais específicos para a performance, não apenas para lutadores, mas também para surfistas e até mesmo policiais.
"Olhava atletas indo para fora do Brasil com um material inferior e percebi como isso demonstrava um certo amadorismo, o que não correspondia ao nível deles. Nossos atletas merecem o padrão de roupas importadas, bonitas e produzidas aqui", frisou.
"O Brasil é bom fornecedor de tecidos. Somos um país com potencial e bons produtos. Temos esse viés ideológico, de mostrar que roupas brasileiras também podem ser de qualidade e igualadas às marcas importadas", completou.
Manhago destaca ainda que a Bravour já vestiu mais de mil equipes, entre elas, a seleção brasileira de judô. Segundo ele, o custo-benefício vem pela durabilidade das peças, pois são roupas que continuarão com a compressão com o passar do tempo.
"A junção entre os termos brave (guerreiro) e armour (armadura) não é por acaso na construção dessa 'armadura do guerreiro'. A sensação para quem a veste é de proteção", conta o empresário.
"Com ação bactericida, compressão e com conforto térmico, as roupas mantêm a temperatura corporal mesmo em dias frios. Essa tecnologia aplicada aos fios para liberação do suor através do material reflete no rendimento de quem está vestindo."

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