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Jogadores de Corinthians e Palmeiras detalham confusão generalizada pós-clássico

Clubes trocam denúncias de agressão a jogadores no acesso ao vestiário

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Vitor Palhares
São Paulo (SP)
Guilherme Lesnok
São Paulo (SP)
Dia 13/04/2026
00:10
Atualizado há 0 minutos
Jogadores de Corinthians e Palmeiras durante clássico (Foto: Ricardo Moreira/Zimel Press/Folhapress)
imagem cameraJogadores de Corinthians e Palmeiras durante clássico (Foto: Ricardo Moreira/Zimel Press/Folhapress)

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O clássico entre Corinthians e Palmeiras teve desdobramento após o apito final na Neo Química Arena. A caminhada rumo aos vestiários foi marcada por confusão generalizada e denúncia de agressão pelos dois lados depois do empate em 0 a 0 no dérbi, na noite deste domingo (12), pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro.

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+ Melhores momentos: Com dois a menos, Corinthians segura o Palmeiras e dérbi fica no empate

O Palmeiras, primeiro a se manifestar publicamente, afirma que o atacante Luighi foi agredido por um funcionário do Corinthians enquanto se encaminhava para realizar o exame antidoping. O Corinthians, por sua vez, alega que Gabriel Paulista e Breno Bidon também foram vítimas de agressão de seguranças a serviço do Alviverde.

Em entrevista na zona mista da Neo Química Arena, Gustavo Henrique relatou um "empurra-empurra" entre membros de ambas as delegações, ao mesmo tempo em que ressaltou não ser a favor da violência no futebol.

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- Tiveram os seguranças, a gente chegou também, teve o 'empurra-empurra'. Tentaram se impor, mas aqui em casa quem manda somos nós, temos que nos impor. Não somos a favor da violência, somos contra, mas não somos trouxas. Não pode deixar o adversário fazer que quiser na nossa casa. Faz parte do Dérbi, é um dos maiores clássicos do mundo. Todos de cabeça quente. Não teve nenhum tipo de agressão ou violência - afirmou o zagueiro Gustavo Henrique, do Corinthians, em entrevista.

Ramón Sosa, por sua vez, afirmou ter ido direto ao vestiário visitante e disse não ter presenciado a confusão após o apito final.

- Não consegui ver isso. Assim que terminou a partida, também fui para o vestiário. Agora vou perguntar para ele o que aconteceu - explicou Ramón Sosa, do Palmeiras.

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De acordo com fontes do Palmeiras ouvidas pela reportagem, o Corinthians tentou chegar a um acordo nos bastidores para que os clubes não escalassem a denúncia, decisão prontamente negada pela direção alviverde.

Breno Bidon foi um dos jogadores agredidos, segundo o Corinthians
Breno Bidon foi um dos jogadores agredidos, segundo o Corinthians (Foto: JHONY INACIO/Agencia Enquadrar/Folhapress)

Já pessoas ligadas ao Corinthians trataram o caso como "empurra-empurra", mas, após a decisão do Palmeiras de formalizar a denúncia no Juizado Especial Criminal (Jecrim) e demais órgãos competentes, o clube também usará as imagens da confusão para defender a sua versão.

As imagens serão analisadas pelos órgãos competentes para avaliar possíveis punições aos envolvidos no incidente.

- Nós fomos acionados no final da partida porque na zona mista houve um tumulto. Primeiro, uma discussão entre os atletas, e nós estamos pedindo as imagens para o Corinthians para que a gente possa apurar o que de fato aconteceu. O que chegou para nós aqui é que houve uma discussão que começou com os atletas e que outras pessoas da comissão técnica dos clubes e seguranças teriam se envolvido. Agora estamos apurando e analisando as imagens para conseguir de fato entender o que aconteceu - explicou Cesar Saad, delegado titular do Jecrim.

Até o momento da publicação da reportagem, apenas Luighi realizou exame de corpo de delito no estádio.

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