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Kerolin minimiza pressão para ser melhor do mundo: 'Tento não me perder'

Atacante do Manchester City mantém os pés no chão sobre premiações individuais e valoriza coletivo

Dia 18/04/2026
06:39
Kerolin marcou em Brasil x Coreia do Sul, pela Fifa Series 2026. (Foto: Lívia Villas Boas/CBF)
imagem cameraKerolin marcou em Brasil x Coreia do Sul, pela Fifa Series 2026. (Foto: Lívia Villas Boas/CBF)

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Camisa 10 da Seleção Brasileira e destaque do Manchester City, Kerolin é destaque desta Fifa Series, com gols, assistências e belos lances. Mesmo com o reconhecimento crescente e projeções de prêmios individuais, a atacante prefere manter o discurso alinhado ao grupo e à evolução constante dentro de campo.

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— Eu acho que eu ainda tenho 26 anos, eu posso me desenvolver muito mais dentro de campo, ser mais decisiva, ajudar mais a equipe de várias maneiras… eu acho que estou num caminho muito bom, muito positivo. Tô muito focada, eu sei o que tenho que fazer dentro e fora de campo. E também é sobre posicionamento, no momento certo as coisas vão se encaixando — disse ela, em entrevista coletiva nesta sexta-feira (17).

Kerolin faz fotos com torcedores em Brasil x Canadá. (Foto: Lívia Villas Boas/CBF)
Kerolin faz fotos com torcedores em Brasil x Canadá. (Foto: Lívia Villas Boas/CBF)

Sem se deixar levar pela pressão externa, Kerolin reforça que o excesso de foco em conquistas individuais pode atrapalhar o desempenho.

— Se ficar muito focada nisso, as coisas acabam não acontecendo. Às vezes eu posso me perder no caminho. Então quero, com leveza e tranquilidade, honrar a camisa 10 da Marta, fazer minha história, mas sempre pensando no coletivo.

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As falas ganham ainda mais peso após declarações do técnico Arthur Elias, que já demonstrou expectativa de ver a atacante eleita a melhor do mundo no futuro. Questionada sobre como lida com esse tipo de projeção, Kerolin mostrou maturidade.

— Eu sempre tento ver o que é real, o que não é, o que é possível. Tento não me perder no caminho. É muito importante ter pessoas ao meu lado que me ajudem, seja com um puxão de orelha ou um incentivo. Essa convocação é um feedback muito positivo do que eu posso fazer melhor para ajudar a seleção.

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A jogadora também destacou o impacto da experiência na Inglaterra no seu crescimento competitivo.

— Lá é tudo muito intenso, cada jogo parece uma final. O City está brigando no topo depois de anos, então isso me prepara muito para chegar aqui e encarar cada partida da mesma forma.

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Kerolin analisa Canadá, próximo adversário do Brasil

De olho no próximo desafio, contra o Canadá, Kerolin reconhece o nível elevado do adversário, mas confia no momento da equipe brasileira.

— Vai ser um duelo difícil, elas têm atletas muito fortes. Mas a gente vem bem, com confiança, muitos gols. Temos que focar no nosso trabalho, jogar com alegria e responsabilidade. O Brasil tem muito talento.

Ao refletir sobre sua evolução na Seleção, a atacante revelou uma faceta pouco conhecida do início de sua trajetória: atuou como volante sob comando de Pia Sundhage.

— Acho que começa pela posição. Muita gente não sabe, mas eu já joguei como volante. Isso me ajudou muito a entender o jogo, a marcar melhor, a ter outra visão dentro de campo.

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Mariza, Kerolin e Duda Sampaio no CT do Cuiabá. (Foto: Lívia Villas Boas/CBF)
Mariza, Kerolin e Duda Sampaio no CT do Cuiabá. (Foto: Lívia Villas Boas/CBF)
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