Após goleada, Kerolin fala em responsabilidade na Seleção Brasileira: 'Ajudar o Brasil da forma que posso'
Atacante do Manchester City marca, dá duas assistências e fala sobre responsabilidade, camisa 10 e crescimento coletivo após vitória sobre a Coreia do Sul

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A atuação de Kerolin foi o destaque da goleada da Seleção Feminina por 5 a 1 sobre a Coreia do Sul. A atacante do Manchester City saiu do banco, marcou um gol e deu duas assistências, sendo fundamental para o resultado.
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— Essa convocação em si a gente veio com um objetivo muito claro, de fazer melhor o que fizemos na primeira do ano. Lá, não fomos muito bem, até mesmo eu individualmente, então hoje eu entendo a responsabilidade que eu tenho de ajudar o Brasil, da forma que eu posso — disse a atacante.
Kerolin destacou a importância do coletivo para potencializar o desempenho individual e explicou como a conexão do grupo facilita dentro de campo.
— Mas o time em si, quando está todo mundo conectado, todo mundo na mesma página, sabendo o que tem que fazer, facilita muito. É fazer gol, ajudar a Seleção, dar assistência e tudo mais, e acho que fiz bem feito — completou.
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Utilizando a camisa 10, a atacante também comentou sobre o simbolismo do número e a forma como lida com a responsabilidade.
— Acostumar, acostumar, não. Mas eu sei que eu tenho chance de usar, então eu sempre tento honrar a história que ela tem com a camisa 10, que é surreal, então, eu quero criar a minha. Mas é tudo muito leve, muito natural, porque acho que se ficar pensando muito nisso também, as coisas não acontecem — disse ela.
Kerolin também analisou o impacto das ligas internacionais no desenvolvimento das jogadoras brasileiras e citou exemplos recentes.
— É de mega importância, fisicamente falando, taticamente falando. O pessoal que está nos Estados Unidos, já dá para ver a diferença, e também vemos se destacando, Dudinha, por exemplo, no San Diego, até mesmo Maiara no Angel City — avaliou.
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A atacante ainda reforçou a escolha pela Inglaterra como parte do processo de evolução na carreira.
— Eu sabia que a liga inglesa era uma das que jogam a Champions. Quando eu olho para as maiores do mundo, jogam lá, então para você ser melhor tem que sentar na mesa dos melhores. Acho que o processo é com calma, continuar trabalhando — concluiu.

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