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Bortoleto reforça desempenho abaixo em Baku com queda na classificação da F1

Brasileiro foi 10º no TL1, mas perdeu rendimento acabou eliminado no Q1, em 17º

PorAnna Carolina Ramos•Rio de Janeiro (RJ)
25/09/2026 11:28
•Atualizado há 58 minutos
Gabriel Bortoleto e Carlos Sainz em coletiva do GP da Espanha pela F1 2026
Gabriel Bortoleto em coletiva do GP da Espanha pela F1 2026 (Foto: Pierre-Philippe MARCOU / AFP)

Nem mesmo o pacote de atualização da Audi ajudou Gabriel Bortoleto no Grande Prêmio do Azerbaijão. Depois de resultados inconsistentes nos treinos, o brasileiro chegou à classificação sem muita confiança, mas com a esperança de chegar ao Q2. Sem sucesso, o jovem piloto acabou eliminado ainda na primeira parte da sessão e vai largar apenas na 17ª colocação.

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Bortoleto terminou o primeiro treino livre em Baku na 10ª colocação, em um resultado que chegou a indicar um cenário mais positivo para a Audi. O bom desempenho, porém, não se repetiu na segunda atividade de quinta-feira (24). Com problemas de aderência e equilíbrio, ele ficou apenas em 14º lugar.

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A situação pouco mudou no terceiro treino livre. Gabriel voltou a ficar na segunda metade do grid e terminou a sessão na 13ª colocação, sem encontrar o desempenho apresentado horas antes. A classificação, então, seria a última oportunidade para a Audi tentar colocar o brasileiro na briga pelo Q2.

Não foi o que aconteceu. O brasileiro não conseguiu avançar ao Q2 e terminou a sessão em 17º lugar, ficando novamente na parte de baixo do grid. Assim, o resultado confirmou a dificuldade que já vinha sendo apresentada pela Audi desde a segunda atividade em Baku.

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Após o TL2, inclusive, Bortoleto chegou a admitir que ainda não conseguia explicar a falta de aderência do carro. O brasileiro também destacou as dificuldades provocadas pelo traçado de Baku, que exige um equilíbrio complicado entre velocidade nas longas retas e estabilidade nas partes mais estreitas do circuito.

— Para ser sincero, acho que o carro não estava muito bom no TL2. Estamos com um pouco de falta de aderência, e ainda não sei explicar o porquê — afirmou.

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A Audi chegou ao Azerbaijão com um pacote de atualizações e dividiu os testes entre os dois carros para comparar os dados. No primeiro treino, Bortoleto utilizou as novidades, enquanto Nico Hulkenberg andou com a configuração anterior. No TL2, a estratégia foi invertida.

A ideia era reunir informações suficientes para entender se as mudanças representariam um ganho de desempenho. Até aqui, porém, a evolução não apareceu nos resultados de Bortoleto.

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Com a atualização ainda sem entregar o desempenho esperado e a Audi buscando respostas para os problemas de aderência e equilíbrio, Gabriel Bortoleto terá de transformar a corrida em uma oportunidade de recuperação. Depois de começar o fim de semana entre os dez primeiros, o brasileiro largará na parte de trás do grid em Baku.

Gabriel Bortoleto em ação no GP do Azerbaijão pela F1 2026
Gabriel Bortoleto em ação no GP do Azerbaijão pela F1 2026 (Foto: Igor IVANKO / AFP)
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