De Diana Ross a Shakira: as cerimônias que transformaram a Copa do Mundo em espetáculo global
Com artistas internacionais e apresentações históricas, as cerimônias da Copa passaram de eventos protocolares a megashows

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A Copa do Mundo de 2026 terá uma das cerimônias mais ambiciosas da história do torneio. Além de Anitta representando o Brasil entre as atrações da abertura, o Mundial sediado por Canadá, Estados Unidos e México contará com um inédito show do intervalo na final, com participações de Madonna, Shakira e do grupo sul-coreano BTS. ➡️Saiba como será!
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O formato reforça a transformação da competição em um espetáculo global que vai além do futebol. Nem sempre, porém, as aberturas da Copa tiveram esse perfil. Com artistas internacionais e apresentações históricas, as cerimônias passaram de eventos protocolares a megashows mundiais.
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A Copa de 1966, na Inglaterra, com participação da Rainha Elizabeth e o desfile de bandeiras dentro do estádio Wembley, é citada como o momento que iniciou essa tradição.
A aproximação definitiva entre futebol e entretenimento ganhou força a partir da Copa de 1994, nos Estados Unidos. Desde então, apresentações musicais e produções grandiosas passaram a ocupar papel central nas cerimônias, aproximando o Mundial do modelo de grandes eventos da indústria do entretenimento.
Entre a cerimônia histórica em Wembley e a inédita edição realizada em três países em 2026, o Lance! relembra algumas das aberturas mais emblemáticas da história das Copas do Mundo.
Cerimônicas icônicas da Copa do Mundo
Copa de 1990 (México)
Em 1990, na Itália, a Copa do Mundo deu um passo importante rumo ao modelo moderno de cerimônia de abertura. A edição contou com apresentação do tenor italiano Luciano Pavarotti, considerado uma das vozes mais marcantes do século XX, em um espetáculo que ajudou a aproximar o Mundial do universo dos grandes shows internacionais.

Copa de 1994 (Estados Unidos)
A 15ª edição da Copa do Mundo, organizada pela Fifa e vencida pelo Brasil, marcou uma mudança importante na forma como o torneio passou a ser apresentado ao público. Em 1994, nos Estados Unidos, a cerimônia de abertura contou com a participação da cantora norte-americana Diana Ross, em um espetáculo que simbolizou a aproximação definitiva entre futebol e entretenimento.
A apresentação ficou marcada como um ponto de virada para as cerimônias da Copa do Mundo, que passaram a apostar cada vez mais em atrações musicais, performances grandiosas e produções voltadas para a audiência global. Desde então, o evento deixou de ser apenas um protocolo esportivo para se transformar também em um grande show internacional.

Copa de 1998 (França)
Na Copa do Mundo de 1998, na França, a cerimônia de abertura teve como destaque a celebração da diversidade cultural. O evento contou com apresentações do cantor senegalês Youssou N'Dour e da artista belga Axelle Red, reforçando o caráter global que as aberturas do Mundial passaram a adotar.
N'Dour ficou conhecido mundialmente por popularizar o mbalax, enquanto Axelle Red ganhou destaque internacional com o sucesso "Sensualité".

Copa de 2002 (Coreia do Sul e Japão)
A Copa do Mundo de 2002, primeira realizada na Ásia, apostou em uma cerimônia com forte apelo tecnológico e musical. O evento contou com apresentações da cantora norte-americana Anastacia, que alcançou sucesso internacional com seu estilo que mistura soul, pop e rock, chamado por ela de "sprock".
Além dela, o renomado compositor grego Vangelis, conhecido por trilhas marcantes no cinema e na televisão, também participou da cerimônia e entrou para a história das aberturas de Copa do Mundo.

Copa de 2006 (Alemanha)
A Copa da Alemanha, em 2006, contou com a primeira homenagem da famosa artista colombiana Shakira em cerimônias do torneio. Ela foi apresentada com o hit 'Hips Don't Lie', que virou símbolo naquela edição. Além de Shakira, o cantor alemão Herbert Grönemeyer também fez parte da apresentação.

Copa de 2010 (África do Sul)
A Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, teve uma das cerimônias mais marcantes da história do torneio. O grande destaque foi o retorno de Shakira com o hit "Waka Waka", música que se tornou um símbolo daquela edição e é lembrada até hoje como um dos temas mais icônicos das Copas. A apresentação também reuniu artistas como R. Kelly, Hugh Masekela, Femi Kuti e o grupo Soweto Gospel Choir.
Copa de 2014 (Brasil)
A Copa do Mundo de 2014, no Brasil, manteve o forte apelo musical da edição anterior e apostou em uma mistura de ritmos internacionais e brasileiros. A cerimônia contou com apresentações de Jennifer Lopez, Pitbull e Claudia Leitte, que interpretaram a música oficial do torneio, "We Are One".

Copa 2018 (Rússia)
A Copa do Mundo de 2018, na Rússia, teve uma cerimônia mais discreta em comparação às edições anteriores, mas ainda marcada por nomes de peso. O destaque ficou com o cantor britânico Robbie Williams, que se apresentou na abertura ao lado da soprano russa Aida Garifullina.
O evento também contou com participações simbólicas de Ronaldo Fenômeno e do espanhol Iker Casillas, que levou a taça ao gramado na cerimônia de abertura.

Copa de 2022 (Catar)
Ao som de 'Dreamers', de Jungkook, do grupo coreano BTS, foi a principal atração da cerimônia de abertura da Copa do Mundo realizada no Catar. A apresentação aconteceu no estádio Al Bayt, e também contou com a participação do cantor catariano Fahad Al Kubaisi.

As cerimônias de abertura e encerramento da Copa do Mundo deixaram de ter apenas eventos protocolares e se transformaram em verdadeiros espetáculos globais. Cada edição passou a representar cultura, música e a identidade do país-sede e também, de certa forma, a personalidade de cada edição, criando momentos históricos que marcaram gerações dentro e fora do futebol.
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