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Análise: Atlético poupa forças de olho no clássico contra o Cruzeiro

Galo entrou com equipe mista diante do Inter e Domínguez rodou bastante o elenco

PorArtur HenriqueBelo Horizonte (MG)
23/08/2026 06:00
Jogadores do Atlético comemoram com torcida no Beira-Rio (Foto: Maxi Franzoi/AGIF/Folhapress)
Jogadores do Atlético comemoram com torcida no Beira-Rio (Foto: Maxi Franzoi/AGIF/Folhapress)
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O Atlético enfrentou o Internacional e ficou no empate em 0 a 0 no Beira-Rio, mas o pensamento já estava no clássico contra o Cruzeiro, pela Copa do Brasil. Eduardo Domínguez escalou uma equipe mista e promoveu uma ampla rodagem do elenco durante a partida, preservando alguns jogadores e controlando o desgaste.
Resumo supervisionado pelo jornalista!

O Atlético enfrentou o Internacional e ficou no empate em 0 a 0 no Beira-Rio, mas o pensamento já estava no clássico contra o Cruzeiro, pela Copa do Brasil. Eduardo Domínguez escalou uma equipe mista e promoveu uma ampla rodagem do elenco durante a partida, preservando alguns jogadores e controlando o desgaste.

A estratégia foi clara, deixar o grupo mais inteiro para o próximo compromisso. Na terça-feira, o Galo encara o Cruzeiro no jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil, e a preservação de peças importantes pode dar à equipe mais fôlego para o clássico.

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Primeiro tempo

A primeira etapa foi de um Atlético confortável para se defender, deixando o Internacional com a posse de bola. O Galo se postou com linhas baixas, mas bem compactas, dificultando a entrada do adversário e a criação de oportunidades.

Nos minutos iniciais, o Inter esboçou uma pressão maior, mas o Atlético conseguiu conter as investidas com uma marcação bem encaixada. A equipe gaúcha teve dificuldade para encontrar espaços e não conseguiu criar chances claras para finalizar.

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Quando recuperava a bola, porém, o Atlético encontrava dificuldades para explorar os contra-ataques. Os lançamentos para Thiago Borbas, que estava bastante isolado, não surtiram efeito, já que o atacante não conseguia fazer o pivô, segurar a bola ou esperar a aproximação dos companheiros.

A partir da metade do primeiro tempo, o Galo conseguiu encaixar melhor as transições e organizar os contra-ataques, principalmente quando encontrava Alan Minda. Com velocidade e capacidade no drible, o atacante era a principal válvula de escape da equipe e conseguia progredir com perigo.

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Foi justamente dos pés de Minda que saíram as duas principais chances do primeiro tempo. Na primeira, o atacante arriscou de fora da área e obrigou Matheus Cunha a fazer uma boa defesa. Depois, teve uma oportunidade incrível: fez uma bela jogada individual, driblou um marcador dentro da área, passou pelo goleiro e finalizou, mas bateu fraco. Aguirre conseguiu salvar em cima da linha e evitou aquele que seria um belo gol.

Assim, o Internacional terminou a primeira etapa com mais posse de bola e volume de jogo, mas foi o Atlético quem conseguiu chegar com mais perigo e ficou mais perto de abrir o placar.

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Minda em Inter x Galo (Foto: Pedro Souza / Atlético)
Minda em Inter x Galo (Foto: Pedro Souza / Atlético)

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Segundo tempo

Na segunda etapa, o Atlético conseguiu equilibrar um pouco mais a posse de bola e passou a controlar a partida de certa maneira, embora também não apresentasse muita progressão no ataque.

Sem a bola, o Galo manteve as linhas organizadas e compactas para dificultar as ações do Internacional, que encontrou muitas dificuldades para criar durante toda a partida. As transições ofensivas do Atlético também não foram tão eficientes, já que a equipe não demonstrava tanta necessidade de acelerar o jogo diante do cenário favorável.

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Com um time misto e atuando fora de casa, o empate era visto como um resultado positivo para o Atlético. Quando acelerava as jogadas, o Galo conseguia dar profundidade e encontrar algumas alternativas no ataque, mas sem o mesmo perigo apresentado no primeiro tempo. A equipe até teve oportunidades para marcar, mas novamente faltou efetividade.

Na reta final, o Internacional ensaiou uma pressão e conseguiu incomodar o Atlético durante alguns minutos. O Galo, porém, soube suportar a pressão e manteve o empate até o apito final, saindo de Porto Alegre com um ponto importante.

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De certa maneira, o Atlético já entrou em campo pensando no clássico contra o Cruzeiro. A preservação de peças importantes pode dar um novo fôlego à equipe para o duelo decisivo pela Copa do Brasil. Além disso, a sequência de 11 partidas sem perder surge como mais um fator de motivação para o time de Eduardo Domínguez, que vive seu melhor momento na temporada.

Natanael e Aguirre em Inter x Atlético (Foto: Pedro Souza / Atlético)
Natanael e Aguirre em Inter x Atlético (Foto: Pedro Souza / Atlético)

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