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Presidente e jogador do Maringá, Ricardinho vibra com dupla função

Hoje, Ricardinho não se preocupa só com a quadra quando chega ao ginásio para um jogo de Superliga. Presidente e idealizador do Moda Maringá, ele observa o local com os olhos de dirigente, principalmente a logística do evento, já que esta é uma de suas novas atribuições com o cargo.

E é dessa maneira que o campeão olímpico, que não marca data para aposentadoria, se adapta para o que classifica como processo natural de sua carreira, apesar de ressaltar que evita fazer projeções.

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Antes de lutar pelo projeto em Maringá (PR), o levantador tentou ainda salvar seu então time da extinção, o Vôlei Futuro, sem sucesso. Em suas táticas de convencimento, além de usar seu legado olímpico, também adotou estratégias de marketing, ao falar para a indústria têxtil da cidade que dá nome ao time sobre a exposição de marca nacionalmente via Superliga.

– Expliquei que eles poderiam se colocar no Brasil inteiro. De repente você clica agora no Moda Maringá e deve sair alguma coisa no Google. Meu argumento foi esse e uns projetinhos meus de vídeo – afirmou.

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A dupla função fez com que o levantador se tornasse vítima das brincadeiras dos jogadores.

– Brincam muito comigo. Procuro ficar quieto. (Falam) que não é para mandar fulano para o RH (Recursos Humanos), me chamam de presidente. Está sendo muito sadio.

Entretanto, a iniciativa de Ricardinho é uma exceção deste novo modelo. Colegas dele em Atenas, André Nascimento e Rodrigão tentaram fazer o mesmo em Lajes (SC) e Santos (SP), respectivamente, mas não conseguiram. O primeiro está sem clube. Já o central foi para o RJX.

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