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Presidente do Flu espera chamado para ir a Brasília negociar penhoras

A expectativa era de que o presidente do Fluminense, Peter Siemsen, fosse nesta terça-feira à Brasília (DF) para negociar com a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional algumas questões relacionadas às dívidas do clube. Porém, isso não acontecerá no momento. O mandatário tricolor está no aguardo pelo chamado da outra parte, que pode acontecer ainda nesta semana.

Nas tratativas com a Procuradoria, o Fluminense luta em duas frentes. A primeira é a reinclusão na Timemania - o clube foi excluído após deixar parcelas em aberto desde dezembro, por problemas de pagamento. O outro ponto fundamental é por uma decisão definitiva em relação às penhoras (de preferência, pelo fim delas). Essas duas questões têm sido motivo de asfixia financeira para o clube.

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Desde o início de junho, quando teve retido o lucro que conseguiria com a venda do atacante Wellington Nem para o Shakhtar Donetsk (UCR), o Fluminense afundou em uma crise econômica. O clube acumulou dívidas no total de R$ 14 milhões no período e está com parte dos salários atrasados em dois meses. A folha salarial do Tricolor gira em torno de R$ 2,1 milhões.

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Peter Siemsen já esteve outras duas vezes na Capital Federal para dialogar com a Procuradoria Geral da Fazenda, mas não houve acordo. Desde 2011, a atual diretoria já pagou R$ 65 milhões em ações cíveis, trabalhistas e fiscais. Outros R$ 20 milhões, que já estão bloqueados, também foram oferecidos para abater a dívida fiscal corrente. Nesta segunda-feira ocorreu uma reunião da diretoria do Fluminense para conversar sobre o tema das negociações em Brasília.

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