Matheus Cunha: 'Seleção tem margem de melhora grande'
Atacante do Manchester United diz que derrota para a França não abala confiança

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Titular da Seleção Brasileira na derrota para a França, o atacante Matheus Cunha afirmou nesta segunda-feira (30), véspera de Brasil x Croácia, que o resultado de quinta-feira passada não alterou a confiança do grupo de jogadores em relação à Copa do Mundo. Para o atacante do Manchester United, a Seleção tem margem para evoluir até o Mundial, que começa em menos de três meses.
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— A gente não mudou nada da nossa confiança. Vocês, como jornalistas, torcedores e nós, como jogadores, todos temos a mesma ideia do que fazer, do que queremos. Se Deus quiser sair campeão da Copa do Mundo, assim como grandes ídolos do nosso Brasil conseguiu, a gente quer marcar nosso nome na história também —, disse Matheus Cunha.
O atacante da Seleção afirmou que a derrota para a França decepcionou o grupo, mas não mudou o entendimento sobre o potencial do Brasil na Copa do Mundo.
— Independente da derrota, que nos deixa decepcionados, que todas as vezes que a gente vestir essa camisa a gente quer sair vitorioso, nos demonstra também uma certa tranquilidade de saber que a gente tem um caminho. Eles (França) têm um tempo muito maior de preparação, e com as nossas dificuldades, a gente sentiu que daria para fazer um jogo e sair vitorioso. Como eu falei, nada mudou na nossa confiança. É bom saber que a gente tem uma margem de melhora grande.
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— Acho que dentro de todas as expectativas que todos colocam em cima da gente, também temos as nossas. A gente nada mais quer do que entrar a cada jogo e poder demonstrar tudo aquilo que a gente sabe, deixar todo mundo orgulhoso e ser realizado naquilo que a gente sempre sonhou. Mas eu acredito que também tem muitos empecilhos e muitas diferenças. Todo mundo joga no clube diferente, cada um tem informações diferentes durante o dia, e cabe a nós nos adaptarmos o mais rápido possível.
— Acho que não é muito a questão de vir para a Seleção e ter um peso diferente ou ter uma pressão diferente. É um privilégio muito grande estar aqui. Hoje eu jogo num dos maiores clubes do mundo e sinto esse privilégio todo dia. E vir para cá, eu acho que é a camisa mais pesada do futebol mundial entre clubes e seleções... É muito mais sobre adaptação, sobre o pouco tempo de treino que a gente tem. Cada um de nós é um dos protagonistas do seu clube. E a gente chega aqui, todo mundo muito animado de adaptarmos, para entender e para conseguir fazer aquilo que a gente sempre quis. Mas, como está bem claro para todo mundo, o objetivo final é a Copa do Mundo, em que a gente vai ter um período de preparação um pouquinho maior, onde a gente vai ter um pouquinho mais de entrosamento.
Último jogo antes de definição do grupo da Copa aumenta a pressão?
— Nossa motivação, a cada jogo que saímos sem a vitória, cresce, principalmente para dar resposta, não só para todo mundo, mas internamente, para nós mesmos. É um jogo muito motivador, além de todos os aspectos, contra a Croácia. Oportunidade única, próximo à Copa, todo mundo quer mostrar, todo mundo quer garantir a sua vaguinha, então eu acho que toda essa mistura de sentimentos que a gente tem para performar e entregar aquilo que a gente sempre quis entregar do Brasil para o mundo, vai estar nas alturas, e se Deus quiser, a gente vai conseguir fazer tudo isso amanhã (terça-feira).

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