Rayssa Leal revela nervosismo na final do Super Crown: 'Corrimão difícil'
Brasileira conquistou tricampeonato no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo

Rayssa Leal conquistou o tricampeonato no Super Crown, neste domingo (15), no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. A brasileira levou o título em casa de virada, já que por pouco a australiana Chloe Covell não tirou o feito da nossa "fadinha".
Na coletiva após a conquista do título, a brasileira afirmou que ficou meio nervosa, porque "as meninas estavam conquistando boas notas" e Rayssa tinha a missão de acertar três manobras para estar no pódio.
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— Acho que eu fiquei meio nervosa porque as meninas estavam tirando notas boas e eu , obrigatoriamente, tinha que acertar três manobras para poder ter pódio. Não foi pela pressão, foi por vontade de acertar mesmo. E esse corrimão era muito difícil, não é à toa que rendeu muitos 9 clubs. A emoção de estar aqui mais uma vez, competindo no Brasil, em São Paulo, eu não tenho palavras para esse título consecutivo. Eu estou muito feliz! Sabe estrelinha do Mário? Eu estou igual, pulando — disse Rayssa Leal.
Rayssa afirmou que nos momentos de pressão teve a ajuda da torcida. A brasileira revelou sentir a torcida abraçando a pista.
— (A torcida) ajuda, é como uma base. Se cairmos a torcida vai ajudar a levantar a gente. Acho que tem que puxar a torcida para eles se sentirem mais junto da gente. Eu também já fui uma torcedora nata, quando a Letícia competiu no Rio de Janeiro e ficou em segundo. Foi um campeonato muito especial para mim, eu sentia quando a galera puxava a gente, eu sentia (a torcida) abraçando a pista — revelou a tricampeã do Super Crown.
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Rayssa projeta próximo ciclo olímpico
A brasileira projetou os próximos passos e, principalmente, para daqui a quatro anos, de olho nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.
— Eu já tenho muitos títulos e só tenho 16 anos. A Olimpíada é com certeza uma meta, mas não é algo que vou ficar pensando agora. Faltam quatro anos, é algo que quero pensar no futuro. As próximas metas são fortalecer meu mental, meu físico, continuar bem na escola - é meu último ano -, ter meu tempo com a família, passar o Natal junto com ela e andar mais de skate. Ter minha família do lado é o que mais me mantém motivada a continuar daqui para frente — afirmou
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